Em causa instalações sanitárias
A higiene das instalações sanitárias dos estabelecimentos de restauração e similares deixa, em situações inúmeras, em Portugal, muito a desejar.
A higiene das instalações sanitárias é causa de infecções de ordem vária, que cumpre, a todo o transe, evitar.
Daí que a ACOP - Associação de Consumidores de Portugal - vá requerer os bons ofícios da ASAE – Autoridade e Segurança Alimentar e Económica - e bem assim às forças de segurança e às autoridades concelhias de saúde por forma a reforçarem as acções inspectivas, nesta quadra, aos estabelecimentos de hotelaria, restauração e similares em jeito de prevenção e repressão às violações cometidas em matéria de higiene.
Trata-se de algo que é indispensável, nesta fase, já que a saúde e segurança dos consumidores constituem direitos fundamentais que cumpre, a justo título, preservar e garantir.
Quem não ignora as condições de inadequação e higiene de tantos estabelecimentos ao serviço do público, só se admira pelo facto de permanecerem abertos quando elementares regras de prudência – em homenagem à saúde pública – determinariam fossem encerrados.
A abominável tolerância das autoridades públicas permite, com efeito, que se mantenham em laboração estabelecimentos cujas execráveis condições recomendariam o encerramento puro e simples.
De estranhar é que os proprietários e os que, não o sendo, exploram tais estabelecimentos se não reservem medidas apropriadas… mesmo quando os hábitos de higiene dos clientes são pouco recomendáveis.
A higiene das instalações sanitárias dos estabelecimentos de restauração e similares deixa, em situações inúmeras, em Portugal, muito a desejar.A higiene das instalações sanitárias é causa de infecções de ordem vária, que cumpre, a todo o transe, evitar.
Daí que a ACOP - Associação de Consumidores de Portugal - vá requerer os bons ofícios da ASAE – Autoridade e Segurança Alimentar e Económica - e bem assim às forças de segurança e às autoridades concelhias de saúde por forma a reforçarem as acções inspectivas, nesta quadra, aos estabelecimentos de hotelaria, restauração e similares em jeito de prevenção e repressão às violações cometidas em matéria de higiene.
Trata-se de algo que é indispensável, nesta fase, já que a saúde e segurança dos consumidores constituem direitos fundamentais que cumpre, a justo título, preservar e garantir.
Quem não ignora as condições de inadequação e higiene de tantos estabelecimentos ao serviço do público, só se admira pelo facto de permanecerem abertos quando elementares regras de prudência – em homenagem à saúde pública – determinariam fossem encerrados.
A abominável tolerância das autoridades públicas permite, com efeito, que se mantenham em laboração estabelecimentos cujas execráveis condições recomendariam o encerramento puro e simples.
De estranhar é que os proprietários e os que, não o sendo, exploram tais estabelecimentos se não reservem medidas apropriadas… mesmo quando os hábitos de higiene dos clientes são pouco recomendáveis.
Manuel CASTRO MARTINS
Presidente da ACOP - Associação de Consumidores de Portugal
Presidente da ACOP - Associação de Consumidores de Portugal
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