
Ao
Director Geral da Phone House
Exmº Senhor,
Pedindo desculpas antecipadas pelo tempo que lhe tomo, espero no entanto prestar-lhe um precioso serviço informando-o do que de mirabolante vai acontecendo nas lojas administradas por V. Exa. esperando assim, poupa-lo a situações vexatórias como aquelas que eu e minha esposa fomos sujeitos.
Passo a explicar; no dia 19/07/07 minha esposa … dirigiu-se á loja Phone House C.C. Dolce Vita (loja 38) Miraflores aproximadamente pelas 18h, com um telemóvel Nokia 3510 (optimus) comprado novo nessa mesma loja em 16/03/06 sendo que o referido não aceitava carga e estando dentro da garantia contratual e tendo exibido a prova de compra solicitou a reparação do equipamento.
Foi atendida pelo vendedor de serviço Sr. … que lhe transmitiu após efabulações próprias de gente com pouca formação o veredicto de que "foi humidade que apanhou, não há nada a fazer..."; "se quiser posso mandar para a assistência mas tem de assinar um pré-orçamento de 75 € porque este problema não está abrangido..."
Debalde a minha esposa exibiu a prova de compra e procurou entender os mistérios das garantias contratuais pelos olhos da Phone House. Voltou para casa com um catálogo e conselhos para escolher um novo equipamento!!!!!!!!
Como pessoa equilibrada que é transmitiu-me a sua surpresa e calmamente fomos os dois pelas 19H á loja confrontar o já citado vendedor.
Quando chegou a nossa vez e tendo manifestado as mesmas razões para justificar a não aceitação do equipamento (absolutamente bem conservado ainda usa a película no display...), perguntei-lhe quem era pois não tinha nenhum tipo de identificação ao peito. Disse que era o Sr. … vendedor da loja. Questionei-o sobre a emissão de pareceres técnicos com base em observações empíricas e se era formado na área. Como normalmente acontece com pessoas com baixa qualificação usou de arrogância dizendo que tinha recebido formação na casa e que tinha a certeza do que estava a dizer sendo que mais nada havia a fazer. Sugeriu-me no entanto que procurasse comprar outra bateria o que teria que ser noutra loja por não terem daquele modelo.
Como insistiu na opção do pré-orçamento (?) inviabilizando o acesso legítimo ao recurso á garantia não tive outra opção que não fosse a apresentação de uma reclamação em livro próprio (nº 356113).
Como não saí nem satisfeito nem convencido, dirigi-me á loja Nokia C.C. Colombo. Depois de ser devidamente escutado por um funcionário identificado como estando "em formação", o mesmo amavelmente efectuou um teste á bateria com emissão de talão e confirmou que apesar de já não ser nova recebia carga a 98%...
E como exemplo de boas práticas deixo-lhe aqui o a seguir se passou.
Depois de ter verificado documentalmente os dados da venda e da abrangência da garantia contratual o jovem funcionário "em formação" encaminhou gratuitamente o equipamento para reparação por supor ser um problema técnico disponibilizando um telemóvel enquanto aguardamos a reparação.
Como fiquei muito mal impressionado com a má-fé comercial e o atropelo sistemático aos direitos dos consumidores manifestados na loja administrada por V. Exa.. dirigi-me á mesma tendo sido pelas 22H20 elaborada nova reclamação (nº 35114), onde foi dado conhecimento do que aqui expresso. Quando confrontei o V/"técnico" com o ticket da máquina de teste á bateria (que me foi cedido na loja Nokia) o senhor ficou sem palavras e por fim já dizia que o pré-orçamento "seria até 75€..." e que seria internamente prejudicado por serem essas as políticas do pós-venda da Phone house.
No dia 20/07/07 pelas 11h00, entreguei as duas cópias das reclamações acima indicadas nas instalações da ASAE em Lisboa, bem como fotocópias do teste á bateria e da aceitação do V/equipamento na loja Nokia.
Não posso deixar de manifestar o meu mais vivo repúdio pelas atitudes prepotentes e de manifesto desrespeito pelos direitos básicos dos consumidores como as que aqui foram apresentadas, não deixando de sugerir a V. Exa.. que tenha cuidado se adquirir algum equipamento nas suas lojas...Pode não ter garantia!
Mais informo que com tudo isto perdeu três clientes directos não contando com todos aqueles a quem este correio vai ser encaminhado bem como a exposição pública que darei ao exposto.
Sem outro assunto e aguardando a devida reparação subscrevo-me,
Atentamente.
Pedindo desculpas antecipadas pelo tempo que lhe tomo, espero no entanto prestar-lhe um precioso serviço informando-o do que de mirabolante vai acontecendo nas lojas administradas por V. Exa. esperando assim, poupa-lo a situações vexatórias como aquelas que eu e minha esposa fomos sujeitos.
Passo a explicar; no dia 19/07/07 minha esposa … dirigiu-se á loja Phone House C.C. Dolce Vita (loja 38) Miraflores aproximadamente pelas 18h, com um telemóvel Nokia 3510 (optimus) comprado novo nessa mesma loja em 16/03/06 sendo que o referido não aceitava carga e estando dentro da garantia contratual e tendo exibido a prova de compra solicitou a reparação do equipamento.
Foi atendida pelo vendedor de serviço Sr. … que lhe transmitiu após efabulações próprias de gente com pouca formação o veredicto de que "foi humidade que apanhou, não há nada a fazer..."; "se quiser posso mandar para a assistência mas tem de assinar um pré-orçamento de 75 € porque este problema não está abrangido..."
Debalde a minha esposa exibiu a prova de compra e procurou entender os mistérios das garantias contratuais pelos olhos da Phone House. Voltou para casa com um catálogo e conselhos para escolher um novo equipamento!!!!!!!!
Como pessoa equilibrada que é transmitiu-me a sua surpresa e calmamente fomos os dois pelas 19H á loja confrontar o já citado vendedor.
Quando chegou a nossa vez e tendo manifestado as mesmas razões para justificar a não aceitação do equipamento (absolutamente bem conservado ainda usa a película no display...), perguntei-lhe quem era pois não tinha nenhum tipo de identificação ao peito. Disse que era o Sr. … vendedor da loja. Questionei-o sobre a emissão de pareceres técnicos com base em observações empíricas e se era formado na área. Como normalmente acontece com pessoas com baixa qualificação usou de arrogância dizendo que tinha recebido formação na casa e que tinha a certeza do que estava a dizer sendo que mais nada havia a fazer. Sugeriu-me no entanto que procurasse comprar outra bateria o que teria que ser noutra loja por não terem daquele modelo.
Como insistiu na opção do pré-orçamento (?) inviabilizando o acesso legítimo ao recurso á garantia não tive outra opção que não fosse a apresentação de uma reclamação em livro próprio (nº 356113).
Como não saí nem satisfeito nem convencido, dirigi-me á loja Nokia C.C. Colombo. Depois de ser devidamente escutado por um funcionário identificado como estando "em formação", o mesmo amavelmente efectuou um teste á bateria com emissão de talão e confirmou que apesar de já não ser nova recebia carga a 98%...
E como exemplo de boas práticas deixo-lhe aqui o a seguir se passou.
Depois de ter verificado documentalmente os dados da venda e da abrangência da garantia contratual o jovem funcionário "em formação" encaminhou gratuitamente o equipamento para reparação por supor ser um problema técnico disponibilizando um telemóvel enquanto aguardamos a reparação.
Como fiquei muito mal impressionado com a má-fé comercial e o atropelo sistemático aos direitos dos consumidores manifestados na loja administrada por V. Exa.. dirigi-me á mesma tendo sido pelas 22H20 elaborada nova reclamação (nº 35114), onde foi dado conhecimento do que aqui expresso. Quando confrontei o V/"técnico" com o ticket da máquina de teste á bateria (que me foi cedido na loja Nokia) o senhor ficou sem palavras e por fim já dizia que o pré-orçamento "seria até 75€..." e que seria internamente prejudicado por serem essas as políticas do pós-venda da Phone house.
No dia 20/07/07 pelas 11h00, entreguei as duas cópias das reclamações acima indicadas nas instalações da ASAE em Lisboa, bem como fotocópias do teste á bateria e da aceitação do V/equipamento na loja Nokia.
Não posso deixar de manifestar o meu mais vivo repúdio pelas atitudes prepotentes e de manifesto desrespeito pelos direitos básicos dos consumidores como as que aqui foram apresentadas, não deixando de sugerir a V. Exa.. que tenha cuidado se adquirir algum equipamento nas suas lojas...Pode não ter garantia!
Mais informo que com tudo isto perdeu três clientes directos não contando com todos aqueles a quem este correio vai ser encaminhado bem como a exposição pública que darei ao exposto.
Sem outro assunto e aguardando a devida reparação subscrevo-me,
Atentamente.
7 comentários:
Acho muito bem caro colega, a mim nao foi nessa loja mas no via catarina na pixmania. Se pagamos á que lutar pelos nossos direitos,enfim é a cultura do povo portugues.Fica bem espero teres resolvido esse teu pequeno problema.
bom dia também já fui enganado na phone house, comprei um telemovel ztc b180 e nunca aceitou MMS, fui a uma loja no cc vasco gama onde as meninas foram muito antipaticas e mandaram-me ir a loja onde comprei e que também é phone house, não é normal!!!!, mas enfim voltei a loja e a sra., disse-me que não sabia e que não tinha mais nenhum para fazer troca. agora ó que vou fazer é comprar noutra loja e outra marca e mandar este com presente ao Exmo. Sr. Director da phone house.
deixo um alerta verifiquem antes de sair da loja todos os serviços que o tm faz.
espero que este alerta sirva para todos.desejo um bom ano.
Comprei no dia 30/04/2011 um equipamento ZTC numa loja phone house em Torres Vedras, tendo o mesmo avariado no dia 2/05/2011, ou seja 3 dias depois. Dirigi-me a loja em questão a fim de efectuar a troca do equipamento que tinha apenas 3 dias... Qual não foi o meu espanto quando a funcionária me diz que não poderia trocar porque o vidro estava riscado imagine-se!!! Se estava riscado só tem duas hipoteses: ou já vinha assim da loja ou preciso de ir ao oftalmologista... Mas digo mais, mesmo que estivesse riscado certamente seriam pequenas marcas de uso (em 3 dias não acredito que o conseguisse riscar muito mais!), não me podem exigir que use luvas durante os primeiros 30 dias em que compro um telemovel sob pena de que em caso de avaria não mo possam trocar como manda a lei... Enfim, para mim tem uma cruz na porta, e só posso lembrar-me de um nome para esse tipo de empresas: VIGARISTAS!!!! Obviamente que fiz queixa por escrito, mandei reclamação por mail para a phone house e enviei um mail para a DECO da qual sou socio e irei a todos os meios possiveis. Nao pelo valor do equipamento mas pela atitude... Volto a referir: VIGARISTAS!!!!
Caro amigo, ao ler o seu relato parece que estava a recordar o que aconteceu comigo! Comprei um Samsung GT-C5212i na Phone House do Fórum Barreiro à cerca de 3 meses, e recentemente deixou de receber carga igualmente. Como estava na garantia, desloquei-me à loja que o comprei, para ser efectuada a reparação. Passada uma semana recebo uma chamada telefónica a dizer que o aparelho já estava pronto para levantar. Regresso novamente à loja, e qual não é o meu espanto, quando me dizem que a reparação não foi efectuada, porque uma "qualquer-placa" estava oxidada, e a garantia não cobria isso; apresentando-me de seguida também um "pré-orçamento" de reparação de 66,16 €, e ainda referindo que o preço do telemóvel em questão tinha baixado para os 70 €, e que por pouco mais poderia comprar um novo... Mas qual é parte do "telemóvel na garantia" é que não perceberam!
Tive que me morder todo para manter toda a calma possível, para não ser deselegante com a vendedora, que estava mais interessada em mercantilizar um direito do consumidor, do que tentar perceber que um telemóvel com menos de 3 meses, com uma correcta e adequada utilização, sem quaisquer comportamentos de risco para o aparelho, poderia oxidar.
Questionada sobre o porquê da recusa da reparação do aparelho, a dita vendedora respondeu de uma forma arrogante, que a garantia não cobria situações de oxidação.
Depois de muita conversa, desconversa, e verborreia pelo meio, mantendo toda a calma possível dada a situação, a vendedora perguntou-me se não quereria apresentar uma reclamação, eu disse que não, que primeiro, para me precaver, iria ler a garantia do aparelho para em poder fundamentar devidamente, e que no dia seguinte iria apresentar a dita reclamação.
A sorte, ou azar, é que a mim não me comem por lorpa, porque não sou atrasado mental, nem descompensado, e como tal, não faço as coisas de um modo inconsequente, gosto de me fundamentar de forma sólida.
Resumindo, vou fazer as coisas como deve ser: amanhã vou apresentar uma reclamação devidamente fundamentada (porque a garantia da Sansung não faz qualquer referência a "oxidações") à loja onde comprei o aparelho, ficando como uma cópia do mesmo, posteriormente apresento a mesma reclamação no site da Phone House, fazendo referência ao livro de reclamações e que iria, posteriormente enviar por correio registado e com aviso de recepção, uma exposição bem bonita, explicando tudo, para a Phone House - Sede em Portugal, com conhecimento à Samsung Portugal, à SOS Mobile - empresa que efectuou a "pseudo-reparação" (Pois para abrir e fechar telemóveis e dizer que estão oxidados eu também consigo fazer, e não cobro nada. Ou então vou ao indiano aqui do lado de minha casa, que reparam por metade do preço), à DECO, e aqui à APDC - Associação Portuguesa de Direito do Consumo, anexando todos os documentos em questão e que fundamentam o meu descontentamento.
E se for preciso, porque nem o inglês me assusta, vai também uma cópia para as sedes internacionais das empresas em questão, para verem a qualidade das garantias que oferecem (Samsung), e de serviço de venda e assitência que disponibilizam (The Phone House).
O que está em questão não é os valores, que graças a Deus tenho possibilidade de dar os 66,16 € da reparação, ou até mais por outro telemóvel, mas sim pelo mau atendimento, falta de conhecimentos específicos da função, que a vendedora demonstrou , e mercantilização e delapidação de um inatacável direito do consumidor, que é a reparação ou substituição do aparelho em questão, por incumprimento contratual, que neste caso se refere ao defeito ou avaria do telemóvel.
Disponham sempre, Luis Maciel
Ao sr que adquiriu o equipamento que não aceitava MMS devia ligar para a operadora (TMN /VODAFONE/ OPTIMUS) e solicitar as configuraçoes de MMS ..trata se de um equipamento livre..
Pois é,parece que os colaboradores da phonehause tem muito pouca formação.Querem ver o que me aconteceu....fui comprar um computador com o meu marido a uma dessas lojas, na qual tivemos que deixar alguns dados pessoais como o e-mail.por acaso ou ironia do destino reparei no nome da colaboradora que nos vendeu o equipamento e desde esse dia que todos os dias enche a caixa de e-mail do meu marido com e-mails pouco agradáveis...ate fotos do filho manda...é triste ter pessoas sem qualquer tipo de formação moral a trabalhar no atendimento ao publico e ainda mais triste quando usam os dados dos clientes para uso próprio.
bom dia, caros leitores relato aqui o mau atendimento da the Phone House onde comprei um computador acer 5741zg no dia 23 de julho de 2011 na loja nºA03 da the phone house, situada em Torres Novas no torresshopping loja 31, logo no mês seguinte fui a respectiva loja porque o referido portatil já tinha uma conta de utilizador, com o mesmo nome do sistema com uma data anterior a minha compra; disseram-me que nos registos da loja o portatil tinha vindo directamente para a loja e não me souberam dar explicação. Voltei a mesma loja mais 3 vezes pelo mesmo assunto, e por aparecerem uns riscos no ecram com letras ás cores, que por meia duzia de vezes me apareceram no nonitor e dezapareceram no mesmo minuto, e ficava novamente a funcionar, mas já nessa altura não carregava a bateria, nada me esclareceram, fiquei a saber que a bateria não tinha garantia no setimo mês quando me disseram já vai no sétimo mês, em relação a bateria já não podemos a fazer nada porque já passou a garantia qur é de 6 mêses, apesar de eu ter duvidas porque penso que o defeito é do portatil, por vezes ela carregava e outras vezes não. Acotece quanto o portatil já tinha 9 meses avariou de vez e liguei para a ACER que me deu instruções pelo telefone para o formatar, o qual recusei pois tinha dados de grande importância para mim, então as instruções passaram a ser para um restauro do sistema, o que resultou para funcionar mais cerca de 3 dias, o mesmo técnico quanto confrontado pelo portatil ter um nome do sistema de "Rui pc" e o mesmo nome na conta de utilizador com datas anteriores a minha compra, me disse que é impossivel! Da Acer não sai de lá nenhum computador assim! E disse mais: O sr.João viu se a caixa vinha lacrada?O qual eu respondi:sim parecia nova!o sr. da Acer respondeu: O Sr.João viu se eram os celos da Acer, Tirou uma fotografia para provar isso? É impossivel ter saido um computador da Acer com um nome no sistemo e com uma conta de utilizar, se mandar para cá o portatil penso que vai ter que pagar os portes e enventualmente poderemos fazer um orçamento, se quiser fazer um beckup sera 25€. Eu respondi que nessas condições não mandava o meu portatil pois nada me garantia se o quisesse reaver não tivesse que pagar! E talvez mais do que me custou!
Voltei a loja da Fhone house com o recibo da compra e os esclarecimentos do técnico da Acer.Pedi para me darem um comprovativo das minhas reclamações, e das minhas idas a loja para ter um documento que provasses todas estas irregularidares,foi-me negado porque não me podiam dar reclamações internas, Então tive que fazar eu uma reclamação por escrito no dia 18/05/2012. Foi me promotido que me iam mandar um comprovativo por email no mesmo dia e que no dia 22/05/2012 me davam uma resposta pelo telefone depois de falarem com o responsavel.Até hoje dia 25/05/2012 não recebi o dito comprovativo por email nem obtive qualquer telefonema.Estou sem o meu portatil não me dão a garantia que devia ter(2anos)!Isto é possivel?Agradeço qualquer ajuda: rcss@iol.pt obrigado
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