Por que razão se permite proliferem empresas com intervenção na cadeia alimentar sem que se lhes exija qualquer certificação da capacidade técnico-científica (...)?
Se para uma empresa de mediação imobiliária é necessário um alvará; se para uma agência de viagens e turismo se exige um alvará; se para tantas outras actividades há um ror de requisitos a cumprir para se intervir no mercado;Por que razão se permite proliferem empresas com intervenção na cadeia alimentar sem que se lhes exija qualquer certificação da capacidade técnico-científica, dadas as áreas sensíveis no seio das quais se movem, sem que o Estado assuma posição consentânea com a gravidade do que se passa neste momento?
O Estado tem de impor regras, não pode distrair-se, mostrar-se complacente com o "fartar vilanagem" a que se assiste, permitindo - por omissão - que empresas sem dignidade de qualquer espécie "forcem a mão" à gente da restauração e de áreas similares, a fim de obterem contratos leoninos em troca de uma aparente impunidade ante a actuação da ASAE... O que, para além do mais, constitui uma forma de se esportularem os incautos, os ingénuos que os há ainda nestas actividades...
Ao Estado exige-se que intervenha de modo decisivo.
A denúncia foi feita publicamente em Matosinhos, nas celebrações do DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO, no Auditório da Biblioteca Municipal, e - mais recentemente - em Castelo Branco, a 22 de Outubro, durante uma acção de sensibilização para a Segurança Alimentar desenvolvida pelo Prof. Mário FROTA e pela Drª. Ângela Maria Marini Simão Portugal FROTA, em parceria com a Câmara Municipal de Castelo Branco.
Urge que o Ministério da Economia e Inovação tome posição sobre a vertente situação, rogando-se os bons ofícios do Secretário de Estado Fernando Serrasqueiro para ser lograda uma solução que ponha cobro a estes dislates.
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