[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Sete em cada dez portugueses não aplicam as poupanças

 

Os depósitos pagam virtualmente zero mas há vida para além destes produtos tradicionais, mesmo para investidores avessos ao risco.

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Se ter hábitos de poupança é importante, aplicar as poupanças não o é menos. De acordo com o segundo inquérito à literacia financeira, promovido pelo Conselho Nacional de Supervisores Financeiros, sete em cada dez portugueses mantém o dinheiro numa conta à ordem ou guardam o dinheiro em casa. Ou seja, recebem zero de juros. O que aliado à inflação significa que, não só o seu dinheiro não está a render, como está mesmo a perder poder de compra. É certo que os depósitos a prazo rendem quase nada atualmente, e que os portugueses são, por norma, conservadores. Mas mesmo para quem não prescinde de ter o seu capital garantido, saiba que existem opções. O Jornal Económico deixa-lhe aqui algumas alternativas, tendencialmente, com baixo risco, para as suas poupanças.

Olhar para a taxa de juro é importante mas não deve ser o único critério. Fatores como o risco, comissões ou flexibilidade de movimentação devem ser igualmente avaliadas na hora de contratar. Segundo o mesmo estudo, publicado no final da semana passada, “o conselho do funcionário ao balcão continua a ser o principal fator determinante da escolha dos produtos financeiros, a que se segue o conselho de familiares e amigos”. Resultados que mostram “a importância de reforçar a capacidade do cidadão de entender, comparar e decidir por si próprio”.
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