A proteína Amuc 1100 faz parte da membrana externa da bactéria Akkermansia muciniphila, que vive na flora intestinal de animais vertebrados, como os humanos.
Segundo a equipa de cientistas, liderada por Patrice Cani,
quando a proteína é administrada em grande quantidade, bloqueia
completamente o desenvolvimento da intolerância à glicose e da
resistência à insulina.
Ao atuar como uma espécie de barreira protetora, a Amuc 1100 diminui a
permeabilidade do intestino e impedindo que toxinas presentes nas fezes
entrem na corrente sanguínea.
“A permeabilidade intestinal é responsável pela passagem de toxinas
que contribuem para o desenvolvimento da diabetes, de inflamações e para
o fato de algumas pessoas obesas sentirem fome constantemente”,
explicou Cani à BBC.
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