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De acordo com Supriya Srinivasan, uma das
investigadoras do estudo, embora já se soubesse que o neurotransmissor
serotonina podia conduzir à perda de gordura, não se sabia exatamente
como.
Para responder a essa questão, a equipa fez algumas experiências com vermes C. elegans,
frequentemente usados neste tipo de investigação uma vez que os seus
cérebros produzem muitas das mesmas moléculas de sinalização que os dos
seres humanos.
Os cientistas retiraram os genes desses vermes para ver se poderiam interromper o processo entre a serotonina cerebral
e a perda de gordura. Ao testar um gene depois do outro, esperavam
encontrar o gene sem o qual a perda de gordura não ocorreria.
Este processo de eliminação levou-os a um gene que codifica um neuropeptídeo chamado FLP-7. O estudo foi publicado na revista Nature Communications.
No caminho certo
(...)

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