[ Director: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano X

quarta-feira, 15 de março de 2017

Respira defende pertinência da implementação da nova lei do tabaco

Saúde 
Imagem Desdobramento
 
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), anualmente, o consumo de tabaco é responsável por um milhão e 200 mil mortes, na Europa. Em Portugal, atinge cerca de 20% a 26% da população.
A Associação Portuguesa de Pessoas com DPOC e outras Doenças Respiratórias Crónicas (Respira) subscreve o manifesto das entidades ligadas à área da saúde respiratória apresentado no parlamento e defende que é urgente regular os novos produtos de tabaco, minimizar os riscos de consumo e reforçar as consultas de cessação tabágica a nível nacional. A tomada de posição da Associação Respira é assumida publicamente perante a hesitação demonstrada de vários deputados do parlamento em relação à pertinência da nova lei do tabaco.

“O tabagismo é, atualmente, um grave problema de Saúde Pública. Representa elevados gastos para o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e é responsável pela diminuição da qualidade e duração de vida dos fumadores e de todos aqueles que os rodeiam. É urgente a promoção de medidas restritivas ao consumo do tabaco tradicional e tabaco aquecido”, alerta Isabel Saraiva, vice-presidente da Respira.

“Entre 2009 e 2013 as consultas de cessão tabágica diminuíram e, em 2014, apenas 3,6% das pessoas que deixaram de fumar recorreram a medicamentos ou a apoio médico. Deixar de fumar é um processo difícil e complexo, por isso, é necessário apostar em medidas que ajudem as pessoas a deixar de fumar e incentivar os mais jovens a não iniciarem este vício”, conclui Isabel Saraiva.

As propostas para 2017 defendidas pelas instituições científicas ligadas à área da Saúde respiratória e pela Associação Respira são as seguintes:

(...)

Sem comentários: