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quinta-feira, 4 de maio de 2017

Écrãs táteis podem provocar atrasos na fala das crianças

 
Tecnologia

Estudo norte-americano incluiu 894 crianças entre os seis meses e os dois anos

Telemóvel
(Reuters)
Telemóvel (Reuters)
As crianças menores de dois anos que usam ecrãs táteis, de telemóveis e outros dispositivos, tendem a começar a falar mais tarde, segundo um estudo a ser apresentado sábado numa reunião sobre pediatria nos Estados Unidos.

Na reunião da Sociedade Norte-americana de Pediatria, em S. Francisco, os investigadores vão apresentar o estudo, divulgado esta quinta-feira pela Academia Americana de Pediatria, que incluiu 894 crianças entre os seis meses e os dois anos e que foi feito entre 2011 e 2015.

Numa altura em que no mundo inteiro proliferam os “smartphones”, “tablets” e jogos eletrónicos com ecrãs sensíveis ao tato, há crianças que começam a usar esses dispositivos antes de falar, mas a investigação sugere que essas crianças correm um alto risco de atraso na fala.

Aos 18 meses, refere o estudo, 20% das crianças usavam dispositivos de ecrã tátil em média 28 minutos por dia, segundo os pais.
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