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De acordo com o balanço das penhoras e execuções fiscais de 2013,
reportado pelo Ministério das Finanças, o número de ordens de penhora
tem vindo a crescer sucessivamente: depois de em 2011 terem sido
registadas 927,6 mil de ordens, em 2012 esse valor subiu para os 1,6
milhões e, em 2013, ultrapassou os dois milhões de ordens de penhoras.
Numa análise por tipo de activos, verifica-se que, no ano passado, a
maior parte das ordens de penhora incidiu sobre os créditos (611.941),
seguindo-se as contas bancárias e outros produtos financeiros (576.751) e os salários e vencimentos (532.042).
Em menor número, também os imóveis (123.588), as
rendas (33.824) e os veículos (884.162) constam na lista de activos que
foram alvo de ordens de penhora por parte da AT em 2013.
Em declarações à agência Lusa, o secretário de Estado dos Assuntos
Fiscais, Paulo Núncio, disse que “existe uma preocupação por parte da
administração fiscal de penhorar primeiro os bens ou rendimentos mais
líquidos, deixando a penhora de imóveis para último lugar”.
(...)

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