[ Director: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano X

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Vão ser precisos dois meses para recuperar da greve dos médicos e da tolerância de ponto

 
Romana Borja-Santos

10. Maio.2017



Os dois sindicatos médicos unem-se pela terceira vez numa greve conjunta. Esperam conseguir trazer o ministro da Saúde para a mesa das negociações depois dos dois dias de protesto, tal como aconteceu em 2012 com Paulo Macedo.

Foto: Os sindicatos fizeram ontem um último apelo ao diálogo, entregando em São Bento uma carta ao primeiro—ministro
Nuno Ferreira Santos

Dois dias de greve, um de tolerância de ponto e mais o fim-de-semana. A partir desta quarta-feira e durante cinco dias os hospitais e centros de saúde vão estar a meio-gás e praticamente só estão assegurados os chamados serviços mínimos, como as urgências, tratamentos em oncologia e transplantes. Na véspera da visita do Papa, a Federação Nacional dos Médicos (Fnam) e o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) concretizam pela terceira vez na história dois dias de greve nacional em conjunto

Os hospitais admitem que sejam necessários dois meses para conseguir recuperar as consultas e cirurgias que vão ficar por fazer.
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