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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Desempenho energético dos eletrodomésticos nem sempre é real e pode induzir em erro


Uma análise realizada por organizações não-governamentais europeias concluiu que os ensaios de eletrodomésticos sobre o seu desempenho energético "nem sempre" refletem a forma como o consumidor utiliza os aparelhos, podendo "induzir em erro", alerta a Quercus. 
 
créditos: Pixabay
 
"O estudo revelou que as normas de ensaio, quando usadas para a declaração de desempenho energético desses produtos, nem sempre refletem a utilização típica que o consumidor lhes dá, nem os desenvolvimentos tecnológicos", refere informação hoje divulgada em Portugal pela Quercus.

As organizações não-governamentais de ambiente (ONGA) europeias defendem a necessidade de "eliminar o desfasamento dos testes garantindo aos consumidores etiquetas energéticas baseadas no uso real", através de um reforço dos testes efetuados a máquinas de lavar louça, frigoríficos e televisores. Exigem regras "mais precisas, justas e relevantes para o consumidor, em conformidade com a disposição incluída na nova revisão do regulamento de Etiquetagem Energética da UE" e consideram que "as normas harmonizadas devem tentar simular o uso real, na medida do possível, mantendo um método de ensaio padrão".
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