A venda de refrigerantes com mais açúcar caiu 72% nos primeiros três meses deste ano. Estes são números preliminares apresentados pelo Ministério da Saúde sobre os efeitos da aplicação da chamada sugar-tax, a partir de fevereiro.

Em janeiro, mês anterior à entrada em vigor da taxa extra aplicada às bebidas com açúcar adicionado, o consumo destes refrigerantes rondava os 30 milhões de litros/mês. Em março, o consumo registado não chegou aos 10 milhões.

Contas aos aumentos

O novo imposto traduziu-se num aumento de 8,22 euros por hectolitro em bebidas com 80 gramas de açúcar por litro. Para as que ultrapassam este valor, a subida da tributação foi de 16,46 euros por hectolitro.

Foi precisamente neste último grupo que a quebra de vendas foi mais acentuada, mas as autoridades de saúde admitem que as razões para esta queda tão abrupta têm ainda de ser estudadas.

(...)