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segunda-feira, 31 de julho de 2017

O fim do roaming implica certas precauções



Redação: Wolters Kluwer
JusJornal, Editora Wolters Kluwer
JusNet 85/2017

Desde o passado dia 15 de junho que não é cobrada aos utilizadores de toda a UE o valor acrescido pela itinerância, mais conhecido como roaming pelo que ligar navegar ou enviar mensagens custa agora o mesmo feito quer do país de residência ou de outro europeu.
É sobejamente conhecido que desde o passado dia 15 de junho não é cobrada aos utilizadores de toda a UE o valor acrescido pela itinerância, mais conhecido como roaming e ligar navegar ou enviar mensagens custa agora o mesmo feito quer do país de residência ou de outro europeu. Isto pressupõe-se uma poupança para quem viaja por trabalho ou lazer pelos 28 países que compõem a UE: Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, República Checa, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Polónia, Portugal, Roménia, Suécia e, por enquanto, o Reino Unido.

Importa destacar, que eliminar o roaming não pressupõe a criação de uma tarifa nova ou especial, mas que se mantenha aquela que foi contratada. Se se tem contratado um tarifário com chamadas ilimitadas e 2GB de dados móveis, esses são exatamente os limites que poderá consumir no estrangeiro.

Esta medida foi apoiada pelas autoridades comunitárias e pressupõe uma melhoria indubitável para os utilizadores, mas não significa que não sejam necessárias certas precauções na hora de utilizar o seu telemóvel no estrangeiro, sobretudo agora que aumentam as viagens por altura das férias. Por exemplo:
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