[ Director: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano X

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Cyberbullying

O que é?

Cyberbullying 
Este problema associa-se muitas vezes a jovens e adolescentes, uma vez que estes elementos são, de uma forma natural, mais susceptíveis a possíveis interacções com outros pares. No entanto, este fenómeno é extensível a qualquer utilizador, independentemente da sua idade ou género.

Embora um caso de cyberbullying possa ser ultrapassável, alguns casos podem ganhar tais dimensões, que deixam a vítima em estado de desespero. Nestas circunstâncias e, dependendo da sua inteligência emocional, uma vítima pode adoptar comportamentos de risco, encarando o suicídio, como uma opção de fuga. Por esta razão, nunca devemos encarar este problema de ânimo leve.

O que pode correr mal?

Este fenómeno tem-se tornado cada vez mais comum, assumindo proporções variadas. O que geralmente ocorre é um utilizador anónimo (recorrendo a perfis falsos, contas sem informação ou até roubo da identidade de outros utilizadores), através das redes sociais, e-mails, SMS, serviços de IM, fóruns ou quaisquer outros mecanismos de comunicação, transtornar outro utilizador.

O agressor pode fazê-lo de diferentes formas – através de ameaças, – denegrir a sua imagem, causando sempre períodos de sofrimento e/ou stress. E enquanto que no bullying “tradicional” o bully é geralmente o elemento com maior poder (tamanho, idade, força) dentro de um grupo local, na Internet, o agressor pode ter os mais variados perfis.

Existem algumas redes sociais/aplicações que foram sinalizadas como propícias ao Cyberbullying nomeadamente aplicações que permitem o anonimato como é o caso do Ask.FM e Snapchat.

Seguem-se alguns exemplos de cyberbullying:

(...)

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