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quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Granel, guardanapos de pano e garrafas de vidro. O maravilhoso mundo do desperdício zero

por: Marta Cerqueira
29/11/2017
 

São cada vez mais os portugueses preocupados em diminuir a pegada ecológica. Para eles, é normal recusar água que venha em garrafas de plástico ou andar com talheres reutilizáveis na mala. Neste mundo ideal, só falta trocar o “eles” por “nós” na frase anterior 


Susana Ribeiro já recusou comer uma feijoada comunitária no Intendente quando percebeu que ia ser servida em pratos de plástico. Também já disse que preferia um copo de água da torneira quando o funcionário do restaurante disse que não tinha garrafas de vidro. No Santo António, leva um copo de alumínio que vai enchendo ao longo da noite. “Eu não é só no Santo António, levo sempre que saio à noite”, remata Graça, que já chegou a ter desconto na imperial porque o seu copo leva um pouco menos que uma imperial de 25 cl.

Claro que apanharam quem se recusasse a servir cerveja sem ser nos copos disponíveis, quem estranhasse servir água num copo e não em garrafa ou ainda mais quando Rita Baptista, que se junta à conversa, explica que o lixo que produz em casa ou vai para reciclagem ou acaba no caixote de compostagem que tem na cozinha e no qual as minhocas transformam os resíduos em adubo.
 
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