[ Director: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano X

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Há boa vida nas prateleiras dos supermercados


A hora de ir às compras é hoje de grande importância para todos. Porque é nesse momento que escolhemos produtos que podem proteger a nossa saúde e o ambiente. E ao fazê-lo estamos a optar pela vida.

 

Nunca como hoje houve tantas opções à nossa disposição. Para tudo o que nos rodeia há inúmeras possibilidades e a escolha é nossa, sempre nossa. Gostamos de decidir em consciência, optando não só pelo que é melhor para nós, mas também para os que nos rodeiam e, em consequência, para o planeta. Não tem nada de complexo e é até muito simples. Isto é o que nós somos, hoje: consumidores informados e cada vez mais preocupados com a nossa saúde e com a sustentabilidade do mundo em que vivemos.
Quando vamos ao supermercado, a nossa atenção não se limita à lista que levamos nem aos preços. Queremos, antes de mais, saber a origem dos produtos e a sua composição. Preferimos aqueles que nos ajudam a ter um estilo de vida mais saudável (livre de conservantes) mas que nos facilitam a rotina, sem complicações.

Ter uma boa embalagem é ter uma boa vida

É muito importante para nós, não abrirmos mão de embalagens “amigas do ambiente”. O que queremos é, também, privilegiar a essência dos produtos que consumimos – encontrá-la no seu estado mais puro – e incorporá-la nas nossas experiências diárias, como numa refeição intimista, preparada em casa, com a família e os amigos.
Parece difícil encontrar tudo isto num produto, mas não é. Há mais de 50 anos que têm vindo a ser desenvolvidas e aperfeiçoadas embalagens com o objetivo de o garantir. Este é precisamente o ponto de partida da campanha “Boa embalagem, boa vida”, que revela como as embalagens contribuem de forma determinante para uma vida mais saudável, prática, simples e ecológica. Senão vejamos:

Vantagens para a saúde

  • Protegem da luz e do ar. A opacidade das embalagens de cartão garantem a qualidade dos nutrientes e vitaminas, pois evita a sua oxidação e degradação, assegurando o cuidado com a saúde.
  • Sem conservantes. A embalagem assética e a tecnologia UHT (Ultra High Temperature) permitem que os alimentos mantenham o seu sabor, aroma e cor originais, não havendo necessidade de adição de conservantes.

Vantagens para o ambiente

  • Matérias-primas renováveis. Estas embalagens são feitas com cartão proveniente de florestas geridas de forma responsável (com certificação FSC – Forestry Stewardship Council) e também há a possibilidade das tampas de plástico serem de origem vegetal, resultante da cana-de-açúcar.
  • Menor pegada ecológica. A sua produção sustentável (com recurso a energias renováveis) e transporte eficiente (graças ao formato) asseguram uma emissão mais reduzida de dióxido de carbono que outras embalagens.
  • Totalmente recicláveis. Se forem colocadas no ecoponto amarelo, as embalagens são 100% recicláveis.

Vantagens para o dia-a-dia

  • Guardar e armazenar. Permitem planificar e reduzir as idas ao supermercado, porque podem ser compradas em maior número e guardadas em casa (prazo de validade alargado e qualidade assegurada).
  • Menos desperdício. O consumo do produto não tem de se efetuar logo após a abertura. Fechar a embalagem e guardá-la no frigorífico permite reduzir o desperdício alimentar.
  • Transportar e reciclar. Estas embalagens são fáceis de transportar e guardar (são leves e têm um formato conveniente) além de que ocupam um reduzido espaço nos ecopontos, uma vez que podem ser espalmadas depois de vazias.

A preocupação com a saúde e o meio ambiente é o que nos caracteriza como consumidores do século XXI, fazendo já parte da nossa filosofia de vida. Isso mesmo ficou patente num estudo, levado a cabo recentemente na Europa e que em Portugal abrangeu mil inquiridos. Segundo a pesquisa, 91% dos portugueses afirmam ter em conta a saúde no momento de escolher um produto. Ao mesmo tempo, para 92% é a segurança alimentar que se apresenta como o aspeto mais relevante quando optam por embalagens para os alimentos. E para 74% é muito importante que estas embalagens sejam “amigas do ambiente”, sob pena de as rejeitarem.

As verdades dos mitos

Apesar da quantidade de informação disponível sobre as embalagens de cartão para alimentos líquidos, ainda persistem alguns mitos. Afinal, o que é verdade e mentira?

Mito – Se as embalagens de cartão não precisam de frigorífico antes da abertura é porque os produtos contêm conservantes.
Verdade – Uma embalagem assética pode manter os alimentos frescos e preservar o sabor e qualidade até um ano, à temperatura ambiente, sem necessidade de conservantes.

Mito – Os alimentos líquidos embalados com prazo de validade alargado são menos nutritivos.
Verdade – O tipo de embalagem e a tecnologia utilizada (UHT, por exemplo) mantêm o alimento livre de microrganismos.

Mito – As embalagens de cartão impedem-nos de ver o conteúdo, pelo que o alimento pode estar estragado.
Verdade – Ao protegerem os alimentos da luz e do ar estas embalagens garantem a qualidade dos nutrientes e minerais durante mais tempo.

Mito – Para melhor proteger o ambiente, os alimentos deviam ser vendidos a granel e não embalados.
Verdade – Estas embalagens são produzidas de forma responsável. O desperdício alimentar acaba por ter maior impacto ambiental que o uso de embalagens.

Mito – Não vale a pena separar as embalagens para reciclagem porque, no final, acaba tudo misturado.
Verdade – Os camiões de recolha de resíduos têm compartimentos diferentes para os vários tipos de resíduos. As empresas que fazem a recolha seriam penalizadas se fizessem de forma errada.

Mito – Se a embalagem é de cartão então deve ser colocada no ecoponto azul.
Verdade – O sistema de recolha de resíduos está organizado e uniformizado para que todas as embalagens de cartão para alimentos líquidos sejam depositadas no ecoponto amarelo.

Conteúdo produzido pelo Observador Lab.




Apple présente ses excuses et baisse le prix de ses batteries



Par  Elsa Bembaron
Mis à jour



L'affaire de la mise à jour visant à ralentir certains iPhone pour protéger une batterie vieillissante a un nouveau rebondissement. Si Apple s'excuse, il nie les accusations d'obsolescence programmée de ses appareils.

«Nous nous excusons». Au moins, la formule utilisée par Apple est sans ambiguïté. Face à la bronca soulevée par une mise à jour liée au vieillissement des batteries, la firme n'a pas tardé à réagir. «Nous n'avons jamais cherché - et ne chercherons jamais - à faire quoique ce soit pour intentionnellement raccourcir la durée de vie d'un produit Apple, ou dégrader l'expérience utilisateur pour pousser les consommateurs à en acquérir un plus récent». Face à la colère de ses clients, Apple a annoncé dans la soirée du 28 décembre une baisse drastique du prix de ses batteries, de 89 à 29 euros, pour tous les détenteurs d'iPhone 6 et des modèles suivants. L'offre est réservée au remplacement de la batterie d'origine sur une période allant de janvier à décembre 2018. 

 
 Si l'affaire a éclaté la semaine dernière, la cause du problème est plus ancienne. Elle remonte à un an environ et à une mise à jour du système d'exploitation (OS) d'Apple pour iPhone et iPad (iOs 10.2.1). Celle-ci visait à résoudre un problème lié au vieillissement de la batterie: les iPhone 6, 6 Plus, 6S, 6S Plus et SE, s'éteignaient de façon intempestive. La nouvelle version de l'OS visait à réduire le nombre de ces arrêts. Cela a tellement bien fonctionné qu'Apple a reproduit le même schéma pour les iPhone 7 et 7 Plus. Cet automne, les consommateurs ont commencé à exprimer leur mécontentement, le remède avait un effet indésirable puisqu'il ralentissait les performances des smartphones, dans certaines conditions d'utilisation. Des associations de consommateurs, dont HOP en France, accusent désormais Apple d'avoir procédé à ces mises à jour pour pousser ses clients à changer d'iPhone au profit des modèles les plus récents. Ce que la firme nie. Elle promet même une nouvelle mise à jour disponible en 2018 qui permettra d'avoir une vision plus claire de l'état de la batterie, et donc de la changer le cas échéant.

ASAE - restauração em escolas