[ Director: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano X

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

De onde vêm os brinquedos que compramos?

A China é a principal fonte não-europeia de compras de brinquedos ao exterior, com 85% do total. O valor de brinquedos importados para a União Europeia cresceu quase 70% nos últimos dez anos, segundo o Eurostat.


As exportações de brinquedos produzidos na União Europeia (UE) para fora do espaço comunitário são cinco vezes mais baixas do que o valor das importações de brinquedos de países fora da UE, revelam dados do Eurostat, divulgados esta terça-feira. A China é o principal responsável por esta discrepância nos valores de exportações e importações.

No ano de 2016, o valor total de importações na UE foi, aproximadamente, 7,2 mil milhões de euros, enquanto o valor das exportações de brinquedos para países não-europeus foi de 1,5 mil milhões de euros. O valor de brinquedos importados para a União Europeia cresceu quase 70% nos últimos dez anos, sendo a China a maior fonte não-europeia com 85% do valor das importações. Hong Kong e Vietname surgem a seguir à China, com 4% e 2% respetivamente.

De acordo com o Eurostat, mais de metade das importações de brinquedos para os Estados-membros vão para o Reino Unido (27%), Alemanha (16%) e Países Baixos (10%).

A provável razão para que o valor das exportações para fora da UE seja tão baixo, face às importações, está no facto de Rússia, Suíça e Estados Unidos serem os principais países fora da União Europeia que compram brinquedos produzidos na UE. Juntos, estes países constituem quase a totalidade do valor das exportações.
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