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quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Dos refrigerantes aos carros, saiba o que fica mais caro em 2018

Com a chegada do novo ano, os portugueses vão ter mais gastos com algumas despesas mensais. Transportes públicos, automóveis, portagens, refrigerantes e tabaco são apenas alguns exemplos.


RENDAS:
 
O preço mensal das casas alugadas vai sofrer o maior aumento, em 2018, desde há cinco anos. As rendas nacionais deverão aumentar 1,12% no próximo ano, segundo os dados da inflação, que servem de referência ao coeficiente de atualização anual das rendas. Por cada 100 euros de renda atual, os inquilinos vão ter de pagar mais 1,12 euros no próximo ano. Sendo que o valor médio pago por casa arrendada, em Lisboa, é de 830 euros (segundo um estudo da consultora imobiliária CBRE de abril), a renda a pagar em 2018 será de 839,30 euros.

Para que a atualização seja efetiva, é necessário que o senhorio a comunique por escrito com uma antecedência mínima de 30 dias e o aumento só poderá entrar em vigor um ano depois da última atualização ou da assinatura do contrato. Isto significa que contratos com menos de um ano, só vão ser atualizados nessa altura, de acordo com a lei do arrendamento. Desde 2013 – ano em que a subida foi de 3,36% – que os arrendamentos não sofriam um aumento tão significativo.

ELETRICIDADE:
 
Os consumidores portugueses do mercado regulado poderão pagar menos 0,2% pela eletricidade em 2018, segundo a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE). A tarifa social da eletricidade continuará a representar um desconto de 33,8% face às tarifas transitórias de venda a clientes finais (antes do IVA e outras taxas), isto é, os preços de referência do mercado regulado, mas os consumidores que já estão no mercado livre beneficiam da mesma redução.

Outra diferença a partir de janeiro é que os consumidores que mudaram para o mercado liberalizado de eletricidade podem voltar ao regime regulado. A mesma hipótese é dada a quem assinar novos contratos. A extinção do mercado regulado estava prevista para 2017, mas o prazo foi prolongado até dezembro de 2020. Com esta alteração, enquanto as tarifas transitórias existirem, os consumidores, novos clientes ou não, podem solicitá-las.

GÁS:
(...)

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