É um dos males dos tempos modernos e tem assumido tantas formas, "adaptando-se" às diferentes tendências de utilização dos vários dispositivos e redes, que dificilmente terá fim. São, por exemplo, várias as análises que indicam que os cibercriminosos estão cada vez mais apostados em atacar dispositivos móveis.

Com a proliferação de smartphones e tablets pessoais no local de trabalho, as empresas ficam expostas a maiores riscos, com as ameaças aos utilizadores móveis a afetar todo o tipo de organizações, desde bancos aos organismos do Estado, passando pelo sector industrial.

Mas não é por isso que os cibrecriminosos “descuram” a “tradicional” internet. O último relatório da Akamai dava conta de uma subida de 30% face ao trimestre anterior e de 69% comparativamente a igual período do ano passado nos ataques através de aplicações web. Ao mesmo tempo, alertava para um possível aumento de botnets em altura das festividades natalícias.

A resposta face ao malware está na informação e na proteção e é por isso que a ESET alerta às empresas para as ameaças mais significativas, detetadas pelos seus sistemas de segurança nas últimas semanas, num Top 10 .
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