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quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Ruínas de Conímbriga consideradas como uma das sete maravilhas do mundo

28 de Dezembro 2017

 

 

Nesta recta final de ano, as ruínas de Conímbriga, em Condeixa-a-Nova, foram alvo de distinção internacional pela agência de notícias americana Bloomberg, que as considerou como uma das sete maravilhas do mundo.

O artigo “As sete novas maravilhas do mundo”, da autoria da jornalista de viagens Nikki Ekstein, e que foi depois partilhado no jornal indiano “The Economic Times”, refere que as ruínas romanas de Conímbriga “estão a começar a chamar a atenção, depois de anos de esquecimento, acompanhadas por sítios simpáticos na região onde ficar”, dando como exemplo o hotel Quinta das Lágrimas, em Coimbra. “Não só é uma cidade bonita como é a cidade onde nasceu o fado, que é algo a não perder em Portugal”, refere a jornalista especialista em viagens.

O artigo realça, ainda, que são organizadas visitas guiadas às ruínas, trazendo “à vida as luxuosas mansões romanas, mostrando tudo, desde os banhos termais aos típicos mosaicos, os jardins com séculos de história e até jactos de água hidráulicos”.

A lista das maravilhas onde estão integradas as ruínas de Conímbriga incluem “locais que têm o esplendor visual e a atracção histórica dos monumentos mais famosos do mundo, contudo, poucos turistas os conhecem”, explica a jornalista, no seu texto.

Além de Conímbriga, são citadas as ruínas em Hampi, na Índia; Tikal, a antiga capital do Império Maia, na Guatemala; as pirâmides que decoram algumas zonas da Núbia, região do Sudão situada no vale do rio Nilo; as ruínas de Volubilis, em Marrocos; a jazida arqueológica da chamada Cidade Perdida, na Colômbia; e fortaleza de Sigiriya, antiga capital do Sri Lanka. A jornalista considera que estes locais são “novas maravilhas, que foram recentemente descobertas e tornadas acessíveis por operadores turísticos e hoteleiros”, prevendo que, nos próximos anos, irão começar a receber cada vez mais visitas e integrar roteiros turísticos.

O núcleo arqueológico descoberto há mais de 2 000 anos, que em 2015 já tinha sido referenciado no jornal inglês “The Guardian” como um dos 10 melhores do mundo, volta agora a ser alvo de atenção pela Bloomberg, replicado depois na Índia.

As ruínas de Conímbriga recebem já perto de 100 000 visitantes por ano.

Fonte: Campeão das Províncias

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