[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

quinta-feira, 21 de junho de 2018

ACOP ADVERTE




ASSALTOS NOS ESTACIONAMENTOS DOS SUPER E HIPERMERCADOS

Em Coimbra e noutras localidades do País regista-se já um padrão típico de assaltos, à semelhança do que ocorre noutras paragens, a saber:
. os meliantes passeiam-se no interior de superfícies, sobretudo de média dimensão, de modo a referenciar quem faz compras (mulheres, em particular) em quantidades apreciáveis;
. referenciam previamente o veículo em que a vítima se faz transportar;
. seguem-na de perto;
. furam-lhe, entretanto, um dos pneus da frente e,
. quando a pessoa se dispõe a colocar os bens adquiridos na mala do veículo e se desfaz da bolsa ou da carteira no interior dele,
. chamam-lhe insistentemente a atenção para o pneu furado, induzindo-a a conferir o facto.
Quando a vítima se dirige para a frente do carro, outro dos meliantes apossa-se da carteira colocada no interior do veículo, desaparecendo ambos de imediato.
Nada de violência pessoal. A violência resume-se à acção contra o veículo.
Em regra, não há vídeo-vigilância nos parques de estacionamento das superfícies comerciais.
E como a segurança nas ruas carece de visibilidade, estão criadas as condições para que acções do jaez destas sejam bem sucedidas.
Não se sabe que actuações a PSP, em meio urbano, promove ou desencadeia.
Sabe-se, isso sim, que o método dos delinquentes parece resultar.
Claro que há, neste particular, responsabilidades dos titulares dos espaços.
No Brasil, por exemplo, os donos dos estabelecimentos respondem pelos prejuízos decorrentes dos furtos ou roubos perpetrados no espaço adjacente aos seus pontos de venda.
Lamenta-se que a Polícia de Segurança Pública, perante a ocorrência que situações do estilo, não emita recomendações às populações a aconselhar cautelas e a desvendar métodos, de molde a mostrar que as coisas lhe não escapam...
A ACOP previne os consumidores e alerta os titulares dos super e hipermercados a que garantam, nos espaços adjacentes dos seus estabelecimentos, a segurança dos consumidores. Independentemente da responsabilidade que também entende dever ser-lhes assacada.

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