[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

sexta-feira, 6 de julho de 2018

COMUNICADO ACOP



MEO:  A “MARIMBAR-SE” NOS DIREITOS DOS CONSUMIDORES

Situação real:
1.       A MEO exige dos consumidores 1€ pela factura em papel
2.       Um dado consumidor reage, invocando a ilegalidade da imposição e cobrança
3.       A MEO exige ainda 1€ de mudança de tarifário: consumidor recusa-se a pagar por não ter havido prévia notificação com a faculdade de o consumidor se desvincular do contrato fidelizado.
4.       O consumidor pretende pagar só – e tão só – o montante contratado.
5.        A MEO, contra a lei, recusa-se a dar quitação parcial, invocando que o consumidor ou paga tudo ou entra em incumprimento.
6.       A MEO exige ao consumidor por cada um dos pretensos  incumprimentos 5€ .
7.       A MEO, perante a legítima recusa do consumidor, manda-lhe uma mensagem (deveria ter mandado uma comunicação escrita… em suporte papel) a dizer que vai suspender o serviço: e fá-lo sem dó nem piedade.

A MEO está a fazer isto a uma mole imensa de consumidores que, cientes dos seus direitos, se recusam a embarcar nestes procedimentos sórdidos e ilegais.
Ainda há leis em Portugal.
O consumidor está a acumular prejuízos pela suspensão do serviço.
Recorreu ao Tribunal Arbitral de Conflitos de Consumo. A coisa ainda leva o seu tempo.
A MEO paira por sobre  a lei. A MEO está acima da lei…
O que se passa é vergonhoso.
Os consumidores rendem-se pelo cansaço, a arrogância, a sobranceria, a prepotência e a arbitrariedade. E porque a MEO tem a faca e o queijo na mão… Tão simples quanto isso!

A ACOP vai recorrer À ANACOM.
Reforçando a posição do consumidor. Que as coisas demoram o seu tempo.
Quanto não lucrará a MEO ilicitamente exigindo um euro por factura e os cinco euros por pretensos incumprimentos ao seu universo de consumidores?
O que vale a lei em Portugal?  A MEO é sucessora da PT (MONOPÓLIO). Não pode agir como tal. A fazer as leis maradas que impõe aos consumidores e a desvalorizar as leis do Estado.
Em Portugal reclama-se uma intervenção enérgica contra todos estes procedimentos violadores das mais elementares regras.
A ACOP vai agir e disso dá público testemunho.

Coimbra , aos 6 de Julho de 2018

A DIRECÇÃO DA ACOP

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