[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Tão distraída que és, ó MEO!

AS DISTRACÇÕES DA "MEO" EM PROVEITO PRÓPRIO…

Reclamações de que, mesmo após a cessação dos contratos, a MEO continua a facturar e a cobrar os montantes das prestações deles decorrentes, afloram à ACOP - Associação de Consumidores de Portugal.


Em particular se de pagamentos em contas depósito à ordem se tratar. Com a "indispensável cooperação" das instituições de crédito..., ainda que notificadas da cessação dos contratos.

Se se estivesse no Brasil, a devolução teria de ser feita em dobro, para além de sanções outras emanadas da lei.

A MEO não só não reage às reclamações deduzidas pelos consumidores como persiste na cobrança, alheia a tudo e a todas as manifestações provenientes dos lesados.

Quem cobra o que não deve comete o crime de especulação.

Há aqui um abuso manifesto sem que os consumidores sejam ressarcidos dos contínuos incómodos a que se sujeitam.

E isto prossegue... na maior impunidade!

Aos consumidores vítimas de procedimentos semelhantes se recomenda que movam acções contra a MEO (e, eventualmente, contra as mais operadoras que adoptem a mesma "cartilha), nos tribunais arbitrais de conflitos de consumo, exigindo não só a restituição do indevido, como ainda a reparação dos danos materiais e morais que a situação é susceptível de gerar...

Para os que não tenham, na sua área geográfica, tribunais arbitrais, o recurso far-se-á ao TRIBUNAL ARBITRAL NACIONAL, com competências supletivas, outrora sediado em Lisboa e, agora, em Braga (consultar portal do CNIACC - Centro Nacional de Informação e Arbitragem de Conflitos de Consumo).

DIRECÇÃO DA ACOP, Coimbra, aos 9 de Julho de 2018