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(Procurador
de Justiça Aposentado)
Não seremos o primeiro nem o último a
manifestar perplexidade em face dos anglicismos vigentes entre nós, maltratando
a nossa “última flor do Lácio, inculta e
bela”!
Há 18 anos atrás, aliás, o então
deputado Aldo Rebelo apresentou projeto de lei ao Congresso Nacional com vistas
à “promoção, proteção, defesa e uso da
língua portuguesa”.
À semelhança de uma norma similar
francesa, o parlamentar assim justificava sua proposta: “A História nos ensina que uma das formas de dominação de um povo sobre
outro se dá pela imposição da língua. Por quê? Porque é o modo mais eficiente,
apesar de geralmente lento, para impor toda uma cultura --- seus valores,
tradições, costumes, inclusive o modelo socioeconômico e o regime político. Foi
assim no antigo oriente, no mundo greco-romano e na época dos grandes
descobrimentos. E, hoje, com a marcha acelerada da globalização, o fenômeno
parece se repetir, claro que de modo não violento; ao contrário dá-se de
maneira insinuante, mas que não deixa de ser impertinente e insidiosa o que o
torna preocupante, sobretudo, quando se manifesta de forma abusiva, muitas
vezes enganosa, e até mesmo lesiva à língua como patrimônio cultural”.
E acrescenta: “Ora, um dos elementos mais marcantes de nossa identidade nacional
reside justamente no fato de termos um imenso território com uma só língua,
esta plenamente compreensível por todos os brasileiros de qualquer rincão,
independentemente do nível de instrução e das peculiaridades regionais de fala
e escrita; esse --- um autêntico milagre brasileiro --- está hoje seriamente
ameaçado”. Ler + (...)

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