[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Sem margem para dúvidas, este é o lado mais negro das bebidas energéticas

São bebidas estimulantes, muito ricas em açúcar e conservantes. Mas o pior não está aí.

O café faz bem. Quando tomado dentro das doses recomendadas (três por dia para um adulto saudável) é apontado como benéfico para o organismo e importante no processo de prevenção de certas doenças.

Quando em excesso, no entanto, pode facilmente levar a problemas cardíacos ou outras complicações. É por isto que se regulamenta a quantidade máxima de cafeína presente em bebidas de café ou refrigerantes.
Mas as bebidas energéticas são, enquanto produto, classificadas como suplementos e não bebidas, logo, não seguem os mesmos parâmetros de limitação e controlo com que a Food and Drugs Adminstration e outras entidades do género garantem a segurança dos consumidores. É aí que assenta o problema das bebidas energéticas: são altamente ricas em cafeína, substância que por vezes é misturada com outros estimulantes ao ponto de não garantir, de todo, a segurança a nível cardíaco nem do sistema nervoso. Ler + (...)

 

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