[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Uma das intervenções médicas mais usadas em prematuros é, afinal, contraproducente

Fazer menos transfusões de plaquetas e apenas a bebés com maior carência do componente demonstrou reduzir o número de mortes e de hemorragias graves.

 Um estudo levado a cabo no Reino Unido chegou à contra-intuitiva conclusão de que os bebés nascidos antes das 37 semanas de gestação com deficiência de plaquetas - essenciais ao processo de coagulação - beneficiam mais de não receber transfusões.

A falta de plaquetas pode provocar hemorragias com consequências dramáticas, mas, descobriram os investigadores, a melhor opção não é a administração deste componente do sangue, que deve ser o recurso apenas para os bebés com os casos mais graves de trombocitopenia (redução da contagem de plaquetas). Esta abordagem revelou-se capaz de evitar a morte ou hemorragias graves em sete em cada 100 prematuros com falta de trombócitos. Ler + (...)

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