[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

DE TOSTÃO EM TOSTÃO SE ROUBA UM MILHÃO…



“Tenho um plano de comunicações electrónicas, de uma determinada operadora, no montante de 79,99€. A que se associam, em dados limites, os telemóveis de minha mulher e duas filhas.
Surpreendi-me, na factura passada, com o valor apresentado: 99,99€, que excedia toda e qualquer previsão.
Conferência dos consumos efectuada, concluí que os valores eram especulativos.
Pelo sim, pelo não, foi conferir a factura do mês antepassado. Excedia também o valor constante do contrato. Como não reclamei, terá a operadora entendido que tinha caminho aberto para “salgar” mais ainda a factura de Dezembro. E assim fez.
Claro que agora reclamei. E a colaboradora, que me atendeu, solícita, apreciou a reclamação e, de imediato, se propôs efectuar o estorno.
Pergunto, perante uma situação destas, de infidelidade da operadora, poderei dar por findo o contrato, com justa causa?”
A factura tem, de acordo com a lei, de ser detalhada.
E, no que toca a pagamento adicionais, rege o artigo 9.º A da Lei de Defesa do Consumidor, que estabelece: Ler + (...)

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