[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

APAV quer mais informação para vítimas saberem onde e a quem apresentar queixa

A maior parte das vítimas de discriminação ou crime de ódio não faz queixa, razão por que a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) defende mais informação sobre como e onde se pode apresentar queixa.

O barómetro APAV/Intercampus sobre “Perceção da População sobre Discriminação e Crimes de Ódio”, divulgado hoje – Dia Europeu das Vítimas de Crime -, demonstra que mais de metade das pessoas inquiridas que admitiram ter sido vítimas ou conhecer quem tenha sido vítima não apresentaram queixa às autoridades competentes.
Quando a questão tinha a ver com a discriminação, a razão para a não participação às autoridades teve sobretudo a ver com o facto de a vítima não ter dado importância à situação (24%), mas houve também quem não soubesse como denunciar (5%) ou achasse que não o podia fazer (3%).
Situação idêntica quando a questão foi um crime de ódio ou uma situação de violência discriminatória, com 28% a desvalorizarem o caso, 14% a dizer que não valia a pena apresentar queixa ou 10% que não sabia como apresentar. Ler + (...)

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