Dizia-se outrora: “o seguro morreu de velho”!
Mas as coisas evoluem!
Os contratos de saúde estão na moda.
Aliás, o fenómeno prende-se com a quebra de qualidade e de
pontualidade do Serviço Nacional de Saúde. E daí a natural ofensiva das
seguradoras.
As estratégias mercadológicas conjugam-se para um assédio cada vez mais intenso aos consumidores.
Ele são as ofertas (graciosas) de seguros por seis meses.
Ele são os insistentes telefonemas para o domicílio de cada um e de todos.
Ele é a celebração de contratos por telefone sem qualquer resguardo. E sem a observância dos mais elementares requisitos.
Contratos por telefone que se consideram celebrados sem mais. Sem
quaisquer garantias para as vítimas e sem que lhes seja presente a
apólice com as condições gerais e particulares “negociadas”.
E o vulgo julga, é facto, que as coisas se processam regularmente e os contratos se consideram assim regularmente celebrados. Ler + (...)

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