[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

quinta-feira, 28 de março de 2019

Mudam-se os tempos, muda-se a vontade: o “seguro” é incapaz de morrer de velho…

Dizia-se outrora: “o seguro morreu de velho”!

Mas as coisas evoluem!
Os contratos de saúde estão na moda.
Aliás, o fenómeno prende-se com a quebra de qualidade e de pontualidade do Serviço Nacional de Saúde. E daí a natural ofensiva das seguradoras.
As estratégias mercadológicas conjugam-se para um assédio cada vez mais intenso aos consumidores.
Ele são as ofertas (graciosas) de seguros por seis meses.
Ele são os insistentes telefonemas para o domicílio de cada um e de todos.
Ele é a celebração de contratos por telefone sem qualquer resguardo. E sem a observância dos mais elementares requisitos.
Contratos por telefone que se consideram celebrados sem mais. Sem quaisquer garantias para as vítimas e sem que lhes seja presente a apólice com as condições gerais e particulares “negociadas”.
E o vulgo julga, é facto, que as coisas se processam regularmente e os contratos se consideram assim regularmente celebrados. Ler + (...)

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