[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

quarta-feira, 5 de junho de 2019

PRÁTICAS NEGOCIAIS DESLEAIS WI ZINK BANCO NO SEU MELHOR…


De um causídico, a mensagem que segue:

“Uma cliente nossa utilizou um cartão de crédito do Wi Zink banco;
- Foi agora confrontada com um débito de € 11.086,97.
- O banco propôs receber apenas 40% se o pagamento fosse imediato (!!!).
A senhora solicitou um extracto de conta para saber a proveniência do crédito, pois não tinha ideia de dever tal quantia.
Em resposta, um empregado da empresa de cobrança - Multigestion- informou a senhora que só poderia dar esses elementos depois de ela aceitar uma forma de pagamento.
Reiterou essa informação ao telefone e nós ouvimos a chamada.
Face às circunstâncias, resolvemos enviar uma mensagem electrónica ao Wi Zink banco, enquanto mandatário da senhora, solicitando o envio de extractos de conta e outros justificativos do débito.
Fomos informados, pela empresa de cobrança, a Multigestion, que a sua cliente, o banco Wi Zink, exigia que juntássemos uma procuração para poder encetar negociações connosco.
De seguida enviámos a procuração.
Pouco depois, liga-nos um empregado da Multigestion informando-nos que o Banco Wi Zink exigia uma procuração com a assinatura do mandante reconhecida, cópia do Cartão de Cidadão e cópia da Cédula; mais, o documento onde se encontrava vertida a procuração devia ser autenticado e esta tinha de referir poderes expressos para cada um dos actos que tivéssemos de tratar com o banco; não bastavam poderes forenses gerais e especiais, poderes para negociar com o banco.
Segue esta missiva, pois, ao trocarmos algumas impressões com colegas, ficámos a saber que o tal Wi Zink Banco é useiro e vezeiro nestas coisas, entenda-se, no massacre do consumidor até o subjugarem pelo desgaste.
Fica a denúncia.”
Urge denunciar também tais práticas ao Banco de Portugal para consequente actuação.

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