[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Os seus ténis foram feitos por mão-de-obra escrava? É provável!

A Prada, a Hermés e a Louis Vuitton tiveram uma má classificação num novo relatório sobre trabalho forçado. Entretanto, a adidas, a Lululemon e a GAP têm as cadeias de abastecimento mais livres de escravos.

O trabalho escravo ainda está vivo e de boa saúde. Um relatório da organização não lucrativa KnowTheChain refere que o nosso roupeiro está provavelmente cheio de vestuário feito com trabalho forçado. Não é semelhante ao de há 100 anos. Mas, envolve pessoas pobres de países em desenvolvimento que tentam encontrar trabalho em fábricas de vestuário e calçado e acabam exploradas. Em todo o mundo, cerca de 24,9 milhões de pessoas são vítimas de trabalho forçado. A maior parte – 16 milhões – são exploradas por empresas por causa dos lucros, e não por indivíduos privados, como acontece no tráfico humano para exploração sexual. E, segundo o relatório da KnowTheChain, um dos maiores sectores é a indústria do vestuário e calçado, no valor de 2,6 biliões de euros. Cerca de 60 a 75 milhões de pessoas estão empregadas neste sector global. Embora a maior parte das pessoas compreenda que estes trabalhadores recebem muito pouco, a verdade é alguns não são pagos de todo. Ler + (...)

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