[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

terça-feira, 13 de agosto de 2019

A Europa está decidida a pôr-nos a andar a gás natural. Será vantajoso?


Se está de férias, deixe-me que lhe diga que estou com uma profunda inveja. Muito profunda, mesmo! Mas, enfim… “Dê-lhe gás!” É exactamente isso que a Europa quer, ao obrigar ao uso de gás natural em camiões, navios e automóveis. A boa notícia é que, ao contrário do que aconteceu com os eléctricos, desta vez parece que há vantagens imediatas para o ambiente e, sobretudo, para os utilizadores.
Depois de ‘estimular’ a evolução da mobilidade oferecendo aos fabricantes a perspectiva de multas, caso infrinjam os limites de CO2 impostos, enquanto os consumidores são consumidos pela possibilidade de verem o seu acesso barrado a determinadas áreas, eis que as exigências da União Europeia se alargam aos veículos pesados. A solução exclusivamente eléctrica está, para já, relegada para segundo plano, surgindo o gás natural como a aposta prioritária. Até para (alguns) ligeiros. Será vantajoso? O que se poupa e o que se ganha com esta investida? A resposta está aqui.

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