[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Estado “calão” dita as leis e manda-as “encadernar” em caixão de 5 réis

Para o consumo
Não há educação
Mas há mais que um fumo
De legislação…
Que o Estado “calão”
Em hibernação
Dá com uma mão…
E com a outra, então,
Sepulta-a fundo no chão!

 A uma sociedade de consumo sem condicionamentos, inimiga ajuramentada de pessoas e famílias, que ‘coisifica’, há que contrapor uma sociedade de consumidores sustentada… em que a tónica recaia não no produto, mas na condição humana de cada um e todos, na dignidade que há que restituir aos seus titulares.
Não há mercado sem consumidores. E… “consumidores somos todos nós”!
A sociedade de consumo funda-se em fenómenos como os de:
a. oferta em excesso ante a procura
b. normalização dos produtos
c. padrões de consumo massificantes.
A génese da sociedade de consumo radica no desenvolvimento industrial: o escoamento dos produtos é algo de penoso, tarefa muito mais gravosa que a de os conceber e produzir.
O excesso de oferta, inelutavelmente ligado à profusão e variedade de produtos, implica o desenvolvimento de estratégias particularmente agressivas, susceptíveis de atrair os consumidores, seduzindo-os e rendendo-os, mediante a criação artificial e artificiosa de necessidades e propiciando o recurso ao crédito para que as operações de escoamento se processem de forma aparentemente indolor e acelerada. Ler + (...)

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