[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Um desprezível “dar de ombros” perante as reivindicações dos cidadãos?






1- Tenho um terreno com 7,5 ha que embora sendo rústico está inscrito nas Finanças como urbano, o que origina um pagamento avultado de IMI.
2 – Em requerimento de Julho de 2017, solicitei ao Chefe dos Serviços de Finanças a alteração para prédio rústico.
3 – Em Setembro de 2017, as Finanças informaram-me que tinham pedido parecer à Direcção-Geral de Território.
4 – Em Janeiro de 2018, a DGT cobrou-me 255 € para execução do serviço pedido pela AT.
5 – Até Dezembro de 2018, não obstante contactos telefónicos e troca de e-mails, o parecer não tinha sido emitido.
6 – Em Janeiro de 2019, dirigi carta registada com AR ao Director-Geral da DGT, em Lisboa, a dar conta do acima descrito e a solicitar o reembolso dos 255€ contados por um serviço que não fora realizado.
Como até ao presente, decorridos mais de 9 meses, ainda não recebi qualquer resposta da DGT-Lisboa, pergunto de que meios disponho para desmascarar esta pouca vergonha?
Continuo a pagar um IMI desajustado da realidade e fiquei sem 255€ cujo reembolso passou a ser agora minha prioridade”…  Ler +: (...)

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