[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Governo ameaça com despedimentos. Gestores hospitalares dizem que problema é de tesouraria e não de gestão

A proposta de OE2020 prevê que os conselhos de administração dos hospitais possam ser dissolvidos se, no final do próximo ano, as dívidas em atraso forem maiores que as de 2019. A APAH reage ao OE. 

O Governo vai dar mais verbas aos hospitais para reduzir a suborçamentação mas, em contrapartida, exige mais dos gestores públicos. As novas regras do Orçamento do Estado para 2020 (OE2020) nesta matéria não convencem a Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH). Em declarações ao ECO, o presidente Alexandre Lourenço defende que “o stock de dívida depende mais das disponibilidades de tesouraria das instituições que do desempenho da gestão”.
No OE2020, o Executivo incluiu uma norma para penalizar os gestores que aumentarem, durante o próximo ano, as dívidas em atraso há mais de 90 dias aos fornecedores. A regra, que impõe a dissolução do conselho de administração, é dirigida a todos os gestores de empresas públicas, mas atinge em especial estes responsáveis dos hospitais. Ler + (...)

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