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quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Força Aérea faz ajuste direto de 54 mil euros para comprar 200 relógios, alegando serem obras de arte

A Força Aérea comprou relógios de pulso exclusivos à Torres Joalheiros, num contrato por ajuste direto no valor de 54 mil euros. Não houve concurso público por alegar serem obras de arte. 

 A Força Aérea Portuguesa gastou cerca de 54 mil euros na compra de 200 relógios de pulso para comemorar o 60.º aniversário da base aérea de Monte Real. Mas a compra foi feita por ajuste direto, estando em causa um contrato com a empresa Torres Joalheiros, na base do qual foi invocado um ponto da lei que permite ao Estado adquirir obras de arte.

A encomenda foi feita com detalhe: os relógios tinham de ser uma edição exclusiva do modelo Porthole, da marca Nautica. O ajuste direto estipula ainda que tinham de ser de movimento mecânico, com bracelete em silicone, e de virem acondicionados num “estojo especial comemorativo”. Cada unidade teve um custo de 280 euros, de acordo com o Público (acesso condicionado), que revelou o caso. Ler + (...)

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