[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

sexta-feira, 27 de março de 2020

Da frente de loja à distribuição. O que estão os supermercados a fazer para manter as prateleiras cheias, servir os clientes e proteger os funcionários

Os profissionais de saúde e as forças de segurança têm prioridade, há barreiras acrílicas para proteger os funcionários, reforçou-se a limpeza, há novos horários e limite de clientes dentro das lojas. Já nos bastidores das grandes superfícies, depois do "susto" retoma-se a normalidade possível para garantir que nada falta nas prateleiras. 

Servir clientes e proteger funcionários. De portas abertas para vender bens essenciais, os supermercados têm o enorme desafio de adaptar a sua atividade para continuar a operar sem colocar em riscos desnecessários os seus profissionais. O covid-19 obrigou a várias mudanças — seja na frente de loja, seja nos armazéns de distribuição.
A SONAE, que abastece os supermercados Continente, instalou barreiras acrílicas de proteção nas zonas de pagamento e nos balcões de informação. A par, estão definidas nas lojas distâncias de segurança, de 2 metros, junto às caixas e outros balcões de atendimento. E quando se vai para pagar, incentiva-se o uso de métodos que evitem o contacto, seja por MBWay ou através das aplicações para telemóvel do Cartão Continente (Continente Pay e app Continente Siga).
Todos os dias, segundo comunicado da marca, são limpas e desinfetadas as lojas, como especial atenção a tudo o que sejam superfícies de maior contacto físico, como os carrinhos ou cestos que utilizamos para a recolha de produtos. Ler + (...)

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