[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

sexta-feira, 8 de maio de 2020

ACOP INTERPELA MINISTRO DA TUTELA ACERCA DA INTERNET, SOBRETUDO EM ZONAS NÃO URBANAS…

A ACOP – Associação de Consumidores de Portugal, cuja sede nacional é em Coimbra, dirigiu uma exposição ao Ministro de Estado e da Economia e da Transição Digital em ordem à

º verificação exaustiva da velocidade de internet nas zonas não urbanas 

º em razão de se registarem velocidades de internet fixa inferiores a 2 megabytes e nas redes móveis inferiores a 500 kbytes. 

As famílias precisam de ter, no mínimo, velocidades de acesso de 10 megabytes com 2 crianças a estudar e 1 progenitor a trabalhar em suporte de teletrabalho.

As velocidades “oferecidas” impossibilitam quer as crianças e ou jovens de estudar quer os seus progenitores de trabalhar.

Daí que exija seja estabelecida uma velocidade mínima de serviço a que as operadoras devam obediência, nunca inferior a 20 megabytes (que não valores mínimos como os anunciados, por exemplo, pela MEO, da ordem dos 256 kbytes).

A ACOP entende que se torna imperioso e urgente assegurar velocidades de internet que garantam
• Uma não-discriminação entre quem viva nos meios urbanos e quem esteja domiciliado nos meios exteriores às urbes, 

• Que as crianças e ou os jovens tenham acesso em igualdade de condições aos meios de educação a distância ora propalados (e muitas infelizmente não têm), bem como as respectivas famílias,
por forma a manter-se um confinamento preventivo em adequados parâmetros.

Coimbra, aos 8 de Maio de 2020

O PRESIDENTE,

Rui Torres

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