[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

quinta-feira, 21 de maio de 2020

EMPRESAS MUNICIPAIS DE ÁGUAS, Facturações COBRANÇAS PRESENCIAIS (com balcões inacessíveis porque encerrados),


Taxas de "restabelecimento”,

SERVIÇO PÚBLICO
Desorganização & HIPOCRISIA

Lido por aí nas redes, algo de sumo interesse, que na parte interessante cumpre transcrever, sempre com a devida vénia:
“O que é inadmissível, é que uma “E. M.” – todos sabemos o que são, e para que geralmente servem … -, coloque nas suas facturas “pérolas” como esta, datada de 08.05.2020:
“Nesta data a dívida neste local de consumo é de euros --,--, correspondente a 2 facturas.
Recomendamos o pagamento urgente nos nossos balcões a fim de evitar o corte de fornecimento e/ou entrada em execução fiscal.
No âmbito do controlo da pandemia (Covid-19), os atendimentos presenciais estão temporariamente suspensos.
Informamos que a facturação decorrerá com normalidade, estando também suspensos os cortes de abastecimento.”.
Explicitando:
Não se suspende o fornecimento da água e, subsequentemente, se cobra uma BRUTAL e IMORAL taxa de restabelecimento do serviço.
MAS o Estado vai arrecadar muito mais, em juros e custas, no processo de execução fiscal!
A vergonha do costume…!
A empresa em causa é a “Águas de Coimbra”,
umbilicalmente ligada à governança dos socialistas.”

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