[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

quinta-feira, 18 de junho de 2020

INTERNET: velocidades residuais para as zonas não urbanas criminosa discriminação das operadoras

A ACOP  Associação de Consumidores de Portugal, sediada em Coimbra, dirigiu uma exposição ao Ministro de Estado e da Economia e da Transição Digital em ordem à verificação exaustiva da velocidade de internet nas zonas não urbanas e à circunstância de se registarem velocidades de internet fixa inferiores a 2 megabits e, nas redes móveis, inferiores a 500 kbits.

As famílias precisam de ter, no mínimo, diz-se na exposição, velocidades de acesso de 10 megabits com 2 crianças a estudar e 1 progenitor a trabalhar em suporte de teletrabalho.
As velocidades “oferecidas” impossibilitam crianças e/ou jovens e seus progenitores de estudar e trabalhar, respectivamente (uma vez que, em inúmeras situações, o modelo, mesmo após o termo do estado de emergência, subsiste).
Daí que se exija se fixe uma velocidade mínima de serviço a que as operadoras se obriguem, nunca inferior a 20 megabits (que não valores mínimos como os anunciados, por exemplo, pela MEO, da ordem dos 256 kbits). Ler + (...)

Sem comentários: