[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Tem a certeza que não usa uma máscara falsa? conheça a ‘lista negra’ da UE

A máscara tornou-se um elemento de proteção indispensável contra o novo coronavírus. Recomendada desde a fase inicial da pandemia pela OMS e obrigatória em muitos países, nem todos os modelos são seguros ou aprovados pelas autoridades de Saúde ou Consumo, o que pode colocar os seus utilizadores em risco.
O Instituto de Segurança e Saúde no Trabalho (Invassat) de Valência compilou uma lista de 101 máscaras que não atendem aos padrões mínimos exigidos pela União Europeia. O documento detalha o nome da máscara, marca, tipo, número do modelo, bem como a embalagem ou o motivo da discordância, ou seja, a razão pela qual está incluída na lista, que pode ser consultada neste link.
A lista da Invassat faz referência a produtos “expressamente notificados como não conformes, através de alertas publicados por fontes oficiais”. A agência insiste que, apesar de em certos momentos da pandemia ter sido permitida a utilização de elementos de proteção não harmonizados com os regulamentos, devido à insuficiência de materiais”, as máscaras aparentemente similares ​​às FFP2 ou FFP3 proliferaram, em grande parte fabricadas na China, e em muitas ocasiões lançam sérias dúvidas sobre a sua eficácia protetora”.
De acordo com a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), já foram apreendidas em Portugal, mais de 627 mil máscaras FFP (as que asseguram o maior nível de proteção), por não obedecerem “aos requisitos de normalização”, sendo que este material é usado pelos profissionais de saúde a lidar diretamente com doentes com Covid-19.

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