[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

sexta-feira, 31 de julho de 2020

A internet é um lugar seguro para as crianças?

O papel da família na interação da criança com o universo digital foi tema do primeiro ciclo de conversas Ser criança no mundo digital - realização do Instituto Alana com apoio do NIC.br, Safernet, e portal Lunetas. No módulo seguinte, refletimos sobre como a educação pode contribuir para que as crianças tenham responsabilidade por suas ações e pelos conteúdos que acessam e como a tecnologia pode ser também uma oportunidade de educação para todos. Agora, nos dias 07 e 14 de agosto às 17h, vamos abordar o papel do governo, das empresas e das plataformas de tecnologia na relação da criança com o ambiente digital.

Você sabia que jogos e aplicativos são planejados para capturar a nossa atenção a todo custo e das crianças também? Prejuízos na concentração, distúrbios do sono, má alimentação, ansiedade, tempo demasiado em jogos, sedentarismo, miopia, erotização precoce, superexposição e hiperconsumismo são apenas alguns dos impactos do uso excessivo desses produtos.

Saber identificar as práticas que violam a segurança das crianças neste ambiente é fundamental para protegê-las. É também o primeiro passo para cobrar de governos, empresas e das plataformas de tecnologia uma nova postura que possibilite uma experiência digital ética e segura para todas as crianças.

Ainda não se inscreveu? Acesse sercrianca.alana.org.br e faça seu cadastro para acompanhar a transmissão ao vivo.


Próximas datas

 07/08, às 17h 
Convidamos Marina Pita, coordenadora do Intervozes, e Paulo Rená, mestre em Direito, Estado e Constituição pela Universidade de Brasília, para conversar sobre "Como garantir os direitos das crianças no mundo digital?". A mediação será de Renata Assumpção, responsável pelos estudos de desigualdade e infâncias do Instituto Alana.

 14/08, às 17h 
É a vez de Danilo Doneda, advogado, professor com PhD em Direito Civil, e Kelli Angelini, gerente da Assessoria Jurídica do NIC.br, debaterem a "Exploração comercial da criança no mundo digital". A mediação é de Isabella Henriques, advogada e diretora executiva do Instituto Alana.

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