[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

QUAL é a tua, Ó “MEO”?

“Aderi a um serviço de banda larga móvel da MEO, em que as facturas mensais são enviadas, por mail, acompanhadas pelas respectivas referências de pagamento.


 Nos dois primeiros meses, apesar de reclamar, o valor mensal deste serviço, foi debitado juntamente com a factura da TV, NET, etc., de minha casa.

 Reclamei novamente e a menina apontou mal o endereço de mail (apesar de o terem na conta dos serviços de casa).

 Como enviaram a factura e referências de pagamento para um endereço errado/inexistente, o serviço foi cortado. 

 Dirigi-me a um balcão MEO, regularizei a situação e o serviço foi reposto, bem como corrigido o endereço de mail.

 Na factura seguinte, adicionaram ao valor do serviço prestado uma penalização de 5 €, pela reactivação da conta e 14,20 €, pelos serviços administrativos associados, cujo somatório é superior ao do serviço mensal prestado.

 Tentei reclamar através do  serviço de apoio ao cliente que, talvez por estarmos em situação de pandemia, nos anunciam previamente a grande vantagem de não termos de tocar no telemóvel (como se o não tivéssemos já na mão!). Depois disso começa a complicação, talvez por má dicção o telemóvel teimou em não transmitir de forma perceptível as minhas pretensões à MEO. Note-se que este serviço não é gratuito.

 Tentei através do site da MEO, apelidado de "my meo", que tem tudo menos a possibilidade de reclamar. Os tipos parece que são infalíveis.

 Voltei ao serviço telefónico, pago, e depois de percorrer todas as possibilidades e incompreensões da minha comunicação voz, ao fim de 3 minutos, deram-me a possibilidade de expor o caso pela via normal, falando com um humano, o que demorou mais 7 ou 8 minutos com música de fundo.

 Embora só possa cantar vitória depois de receber a factura do telemóvel (também MEO), para ver o valor pago pela chamada de reclamação, a boa notícia é que, no final, me foram descontadas as penalizações.”

 

Consumidor devidamente identificado – Ponta Delgada

Sem comentários: