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quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Tribunal mandou suspender acordo com lar onde morreram 27 pessoas, mas durante anos Segurança Social continuou a pagar


Más condições do Lar do Comércio, em Matosinhos, são conhecidas pelo Estado desde 2007. Relatórios multiplicaram-se ao longo dos anos, tribunal confirmou suspensão do lar, mas Segurança Social continuou a pagar. Há suspeitas de 650 mil euros em burlas e 160 mil em pagamentos indevidos, diz o “Público”. Presidente do Conselho Geral do Lar é ex-deputado e ex-assessor de José Sócrates

Flavio Lo Scalzo1

Durante quatro anos a Segurança Social esteve em tribunal com O Lar do Comércio, em Matosinhos, onde já morreram 24 idosos com covid-19. A razão era simples: pelo menos desde 2007 que o lar não cumpria a lei no que toca à higiene, condições e funcionários do estabelecimento e por isso, em 2015 - oito anos depois do primeiro relatório institucional -, o Instituto da Segurança Social determinou a suspensão do acordo de cooperação, por 180 dias, que incluía o pagamento de 359 euros por cada um dos quase 300 idosos do lar. O que fez o lar de Matosinhos? Pôs o Estado em tribunal, para anular a decisão do ISS. 

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