Com sucesso se concluiu o curso de especialização de contratos de consumo que a apDC, sociedade científica de intervenção, através dos Centros de Formação e de Estudos de Direito do Consumo, promoveu no Algarve, com o patrocínio da Câmara Municipal de Albufeira a que preside Desidério Silva.
O curso - que atraiu técnicos de informação para o consumo, advogados e advogados estagiários - foi dirigido pelo Prof. Mário Frota, que preleccionou, por razões de manifesta economia de meios e de disponibilidade de formadores (descentralizar é processo que implica inenarráveis sacrifícios, mormente para instituições sem capacidade financeira e que são, em geral, discriminadas pelo Estado, como é o caso), a maior parte das matérias. Cooperou ainda, no que tange à Segurança Alimentar - Regime Europeu e seus reflexos na ordem jurídica interna - a Dr.ª Ângela Maria Marini Simão Portugal Frota, que dirige o Centro de Formação para o Consumo.
Os temas versados enunciam-se como segue:
. Teoria Geral do Contrato de Consumo
. Práticas Negociais, Estratégias Mercadológicas, Comunicação Comercial
. Condições Gerais dos Contratos e Cláusulas Abusivas
. Contratos de Fornecimento de Serviços Públicos Essenciais
. Contratos de Compra e Venda de Consumo e Garantias Conexas
. Contratos de Crédito ao Consumo (a nova Directiva Europeia)
. Contratos de Seguros (a Lei Nova)
. O Regime Europeu da Segurança Alimentar.
A formação constitui uma das preocupações maiores da apDC.
O Estado contribuiu para o curso com 130 contos (650 €), o que pode dar bem a noção dos meios carreados para a política de consumidores em Portugal.
Os prelectores, como sempre, não perceberam qualquer remuneração (repete-se qualquer remuneração) pelo seu empenhamento na iniciativa e pelo denodado esforço despendido para o sucesso da actividade desenvolvida.
É importante assinalar o facto para que se possa contrastar com outras actividades que, neste particular e noutras instituições, são pagas a peso de ouro…
O curso - que atraiu técnicos de informação para o consumo, advogados e advogados estagiários - foi dirigido pelo Prof. Mário Frota, que preleccionou, por razões de manifesta economia de meios e de disponibilidade de formadores (descentralizar é processo que implica inenarráveis sacrifícios, mormente para instituições sem capacidade financeira e que são, em geral, discriminadas pelo Estado, como é o caso), a maior parte das matérias. Cooperou ainda, no que tange à Segurança Alimentar - Regime Europeu e seus reflexos na ordem jurídica interna - a Dr.ª Ângela Maria Marini Simão Portugal Frota, que dirige o Centro de Formação para o Consumo.
Os temas versados enunciam-se como segue:
. Teoria Geral do Contrato de Consumo
. Práticas Negociais, Estratégias Mercadológicas, Comunicação Comercial
. Condições Gerais dos Contratos e Cláusulas Abusivas
. Contratos de Fornecimento de Serviços Públicos Essenciais
. Contratos de Compra e Venda de Consumo e Garantias Conexas
. Contratos de Crédito ao Consumo (a nova Directiva Europeia)
. Contratos de Seguros (a Lei Nova)
. O Regime Europeu da Segurança Alimentar.
A formação constitui uma das preocupações maiores da apDC.
O Estado contribuiu para o curso com 130 contos (650 €), o que pode dar bem a noção dos meios carreados para a política de consumidores em Portugal.
Os prelectores, como sempre, não perceberam qualquer remuneração (repete-se qualquer remuneração) pelo seu empenhamento na iniciativa e pelo denodado esforço despendido para o sucesso da actividade desenvolvida.
É importante assinalar o facto para que se possa contrastar com outras actividades que, neste particular e noutras instituições, são pagas a peso de ouro…






