[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII
Mostrar mensagens com a etiqueta Confiança dos consumidores. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Confiança dos consumidores. Mostrar todas as mensagens

domingo, 30 de novembro de 2008

Confiança dos consumidores desce para valores mínimos


A confiança dos consumidores e dos empresários portugueses voltou a descer em Novembro, atingindo os valores mais baixos desde 1989, de acordo com o INE. Os portugueses mostram-se preocupados com o desemprego.
Os inquéritos de conjuntura às empresas e aos consumidores ontem divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) dão conta que os índices de confiança continuam a descer, pelo sexto mês consecutivo, atingindo os mínimos históricos desde 1989.
O indicador de confiança dos consumidores diminuiu em Novembro, tal como tinha acontecido em Outubro, depois de uma ligeira recuperação nos dois meses anteriores. A queda resulta do comportamento negativo de todas as componentes em inquérito, mas "especialmente intenso no caso das perspectivas sobre a evolução do desemprego", refere o documento do INE.
As perspectivas sobre o emprego atingiram em Novembro o valor mais alto desde Maio de 2004.
O indicador do clima económico - mede a confiança dos empresários - desceu pelo sexto mês consecutivo, com todos os sectores a contribuírem para essa evolução negativa, "especialmente intenso na indústria transformadora", segundo o INE.
O indicador da indústria transformadora diminuiu bastante, "atingindo os valor mínimo desde Setembro de 1993", devido ao contributo negativo das opiniões sobre a procura global e das perspectivas de produção.
No comércio, a confiança desceu muito, atingindo os valores de 1989, e nos serviços a descida dos últimos seis meses manteve-se.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Renforcer la confiance du consommateur européen

(In Mostra Newsletter, n°2 Janvier 2008)

En ce début d’année 2008, Mostra se retrouve au coeur de dossiers européens importants. Pour informer le grand public et le sensibiliser à ces sujets, nous développons une panoplie d’outils, qui vont de simples brochures à des campagnes media paneuropéennes.
Parmi ces sujets: la protection des citoyens européens vis-à-vis des pratiques commerciales déloyales. La directive relative à ces pratiques, entrée en vigueur le 12 décembre 2007, traduit la volonté de la Commission européenne de renforcer les droits des consommateurs européens. Cette directive interdit sur le territoire de l’UE une série de pratiques douteuses, telles que la publicité mensongère pour des billets d’avion, les arnaques à la loterie, la vente agressive, l’exploitation des consommateurs vulnérables comme les enfants, etc.
Cette législation vise à renforcer la confiance des consommateurs et des entreprises dans le marché unique européen et à encourager le commerce transfrontalier. La confiance du consommateur est, en effet, un élément essentiel de la prospérité de l’économie européenne. Pour renforcer cette confiance, des initiatives ont été prises en vue d’améliorer l’information du citoyen, trop souvent mal informé de ses droits lorsqu’il achète des biens ou des services dans l’UE. La Commission développe également des outils destinés aux jeunes afin de les informer, dès le plus jeune âge, de leurs droits en tant que consommateurs.
Aider les citoyens européens à devenir des consommateurs avertis : tel est le fil conducteur de quelques projets réalisés récemment par Mostra et que vous nous présentons dans ce deuxième numéro de notre newsletter.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Confiança dos consumidores portugueses piora em Janeiro

O indicador de confiança dos consumidores baixou para 41,4 pontos negativos em Janeiro, atingindo o mínimo desde Setembro de 2005, face aos -39,2 pontos registado em Dezembro e em comparação com os 31,3 pontos negativos em Janeiro do ano passado.

Cristina Barreto
Segundo os dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o mesmo sucedeu com o indicador de clima económico que recuou este mês para 0,8 pontos, o valos mais baixo desde Março de 2007, contra os 0,9 verificados em Dezembro e os 0,4 pontos no mesmo mês de 2007.
"O indicador de clima económico agravou-se nos dois últimos meses, registando o valor mais baixo desde Março. O indicador de confiança dos consumidores intensificou o movimento descendente observado desde Novembro de 2006, atingindo o mínimo desde Setembro de 2005", refere o INE nos Inquéritos de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores de Janeiro.
O indicador de confiança dos consumidores agravou-se mais acentuadamente em Janeiro do que nos meses anteriores, devido ao contributo negativo de todas as suas componentes, com excepção das perspectivas de poupança.
O indicador de confiança da Indústria Transformadora recuperou ligeiramente em Janeiro, tal como o indicador de confiança para a Construção e Obras Públicas que voltou a aproximar-se do máximo de cinco anos alcançado em Outubro.
Quanto ao indicador de confiança do Comércio, verificou-se um ligeiro agravamento neste mês, "contrariando o movimento ascendente iniciado em Setembro", tal como aconteceu com o indicador de confiança dos Serviços que também piorou devido aos contributos negativos

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Confiança dos consumidores manteve queda em Dezembro


A confiança dos consumidores recuou para o nível mais baixo dos últimos anos, em Dezembro último, alcançando 39,2 pontos negativos, indica a síntese económica de conjuntura divulgada esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

«O indicador de sentimento económico da UE manteve em Dezembro o movimento descendente dos cinco meses anteriores, o mesmo acontecendo com o indicador de confiança dos consumidores, que se agravou pelo quinto mês consecutivo».
No plano interno, o indicador de clima económico afastou-se do patamar onde permaneceu relativamente estabilizado nos meses anteriores, «agravando-se ligeiramente».
Em Novembro, o indicador de consumo privado apresentou uma estabilização e o relativo ao investimento acelerou, tendo o indicador de actividade económica continuado a recuperar.
Por outro lado, os indicadores do lado da oferta, como os índices de volume de negócios nos serviços e os índices de produção na indústria e na construção, revelaram variações homólogas mais baixas em Novembro. No mesmo mês, em termos nominais, verificou-se uma aceleração das importações (1,4 p.p.) e um abrandamento das exportações (-0,2 p.p.).
A inflação homóloga abrandou, passando de 2,8% em Novembro para 2,7% em Dezembro. No ano de 2007 a taxa de inflação média foi de 2,5% (3,1% em 2006).
Tomando como referência a variação anual do IHPC, «verificou-se uma redução do diferencial face à Zona Euro, de 0,8 p.p. em 2006 para 0,3 p.p. em 2007», detalha o organismo público.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Confiança dos consumidores em baixa

(In SIC, 04-01-2008)

Indicador de Dezembro foi o mais baixo dos últimos dois anos
O indicador de confiança dos consumidores e o de clima económico, em Portugal, pioraram no mês de Dezembro face ao mês anterior, anunciou o Instituto Nacional de Estatística (INE).

A confiança dos consumidores desceu, em Dezembro, para -39,2 contra -37,9 no mês anterior e o indicador de clima económico caiu de 1,2 para 1,1, de acordo com as contas do INE.
"O indicador de clima económico diminuiu ligeiramente nos dois últimos meses, afastando-se do patamar em que se situou nos meses anteriores", refere o documento.
Quanto ao indicador de confiança dos consumidores, o relatório avança que "manteve um movimento descendente desde Novembro de 2006, registando o valor mais baixo desde Fevereiro de 2006", acrescenta.
O INE revela ainda que também os indicadores de confiança da indústria transformadora, dos serviços e da construção e obras públicas se deterioraram enquanto o indicador de confiança do comércio permaneceu inalterado nos -6,0.
Com Reuters

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Consumidores portugueses são os mais pessimistas da Europa

Os consumidores portugueses eram no segundo semestre de 2007 os mais pessimistas da Europa, segundo um inquérito por Internet da empresa internacional de estudos de mercado Nielsen, efectuado em 48 países do mundo.

O índice de confiança dos consumidores desenvolvido pela Nielsen era de 56 pontos para Portugal, o que compara uma média de 89 pontos nos 19 países europeus abrangidos pelo estudo, um indicador em que a Noruega liderava com 135 pontos, seguida pela Dinamarca (124).
Em relação às perspectivas da economia nacional para os próximos 12 meses, 43 por cento dizem que são más, 49 por cento que não são boas e apenas 8 por cento afirmam serem boas ou muito boas.
Quanto às perspectivas da situação financeira pessoal, 19 por cento dizem que são más, 56 por cento que não são boas e um quarto acha que são boas ou muito boas.
Considerando as suas finanças pessoais e o custo de vida, 86 por cento dos portugueses acham que o momento não está bom para compras, enquanto 14 por cento acham a ocasião boa ou muito boa para compras extraordinárias.
Entre os europeus, 48 por cento dizem que o próximo ano será bom ou muito bom para as economias, 52 por cento acham o mesmo em relação às finanças pessoais e um terço considera que a ocasião é boa ou muito boa para compras extraordinárias.
Mais de um quarto dos portugueses (26 por cento) diz que não lhe sobram disponibilidades financeiras depois de fazerem as despesas essenciais, que compara com uma média europeia de 16 por cento, ficando bastante acima dos segundos piores, a Bélgica e Holanda, em que 19 por cento dos inquiridos disseram que não sobra nada.
A nível global, 13 por cento dos inquiridos dizem que não ficam com disponibilidades financeiras depois de fazerem as despesas essenciais, variando entre um mínimo de 7 por cento na região Ásia/Pacífico e um máximo de 22 por cento na América do Norte (Estados Unidos, Canadá e México).
Para os portugueses que ficam com disponibilidades após as despesas essenciais, 35 por cento disseram pôr dinheiro na poupança, 27 por cento usam para pagar dívidas, 23 por cento gastam em entretenimento fora de casa, 20 por cento utilizam para férias, 19 por cento compram novas tecnologias e 18 por cento adquirem vestuário, sendo a pergunta de resposta múltipla.
A maior preocupação para os próximos seis meses é a economia para 31 por cento dos portugueses, surgindo em segundo lugar a segurança do emprego e a saúde, citadas por 24 por cento.
Interrogados quanto à sua segunda maior preocupação, 24 por cento dos portugueses citaram a saúde, 20 por cento a economia e 19 por cento a segurança do emprego.
O inquérito internacional aponta como maiores preocupações dos entrevistados as mesmas que as dos portugueses, com a mesma ordem e como segundas maiores preocupações a economia e a saúde, ambas com 21 por cento.
Em média da Europa, a economia e a saúde são em igualdade tanto a primeira como a segunda maior preocupação e a segurança de emprego surge em terceiro lugar em ambos os casos.
Dois em cada cinco portugueses acreditam que haverá uma recessão global nos próximos 12 meses e apenas 29 por cento acham que não, enquanto 32 por cento não sabem responder.
A nível mundial 28 por cento acham que haverá uma recessão global em 2008 e 40 por cento não acreditam nessa hipótese, enquanto entre os europeus são 30 por cento os que esperam uma recessão e 35 por cento os que pensam que não.
Em caso de recessão, as questões que mais preocupam os portugueses (resposta múltipla) são o desemprego (76 por cento), o aumento das taxas de juro (54 por cento) e a inflação (52 por cento).
A Nilsen inquiriu por Internet 26.312 consumidores em 48 países, entre os quais 500 portugueses.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Consumo privado volta a abrandar

(In TSF Online, 20-12-2007)

O consumo privado abrandou em Novembro pelo quinto mês consecutivo, com o ritmo de crescimento mais baixo desde Julho de 2006, segundo os indicadores de conjuntura do Banco de Portugal, divulgados esta quinta-feira.

O indicador coincidente do consumo privado subiu 0,8 por cento em Novembro, face a igual mês do ano anterior, depois de em Outubro ter crescido 1,0 por cento.
Novembro foi já o quinto mês consecutivo de abrandamento do ritmo de crescimento do consumo, sugerindo alguma debilidade nesta componente da economia portuguesa.
Os dados do Banco de Portugal mostram ainda que a actividade económica em Portugal se expandiu em Novembro ao mesmo ritmo dos dois meses anteriores.
O indicador coincidente mensal da actividade económica, que informa sobre as tendências subjacentes à evolução da economia portuguesa e que vale pelo seu carácter qualitativo, subiu 2,4 por cento em Novembro, em relação a igual mês de 2006.
Este foi o segundo mês consecutivo em que este indicador coincidente manteve o ritmo de crescimento, depois de ter registado oito aumentos nos últimos 11 meses.
O indicador coincidente de actividade sintetiza informação relativa ao Produto Interno Bruto (PIB), ao volume de vendas no comércio a retalho, às vendas de veículos comerciais pesados, às vendas de cimento, ao índice de produção da indústria transformadora, à situação financeira das famílias, às novas ofertas de emprego e ao enquadramento externo.
O sentimento económico, outra medida do andamento da economia, subiu no penúltimo mês do ano, passando de 99,8 pontos em Outubro para 104,5 pontos em Novembro.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Confiança dos consumidores ao nível mais baixo dos últimos 21 meses

Evolução da poupança regista novo mínimo histórico

Perspectivas têm-se vindo a agravar nos últimos 5 meses

O indicador de confiança dos consumidores apresenta um movimento descendente desde o último mês de Novembro, com agravamentos sucessivos nos últimos cinco meses, registando agora o valor mais baixo desde Fevereiro de 2006.
De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), para esta evolução contribuíram negativamente todas as suas componentes, à semelhança do sucedido no mês anterior.
«As perspectivas de evolução da situação económica do país voltaram a apresentar o contributo mais expressivo, registando também o valor mais baixo desde Fevereiro de 2006», adiantam. Também as previsões para a situação financeira do lar e do desemprego mantiveram-se em movimentos desfavoráveis, fixando-se nos valores mais baixos desde Julho e Junho de 2006, respectivamente.
As expectativas de poupança atingiram um novo mínimo histórico, apresentando agravamentos sucessivos desde Março.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Confiança dos consumidores portugueses cai para mínimos de Março de 2006

O indicador de confiança dos Consumidores manteve, em Outubro, a tendência descendente, registando o valor mais baixo desde Março de 2006, avança hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

O indicador de confiança dos Consumidores manteve, em Outubro, a tendência descendente, registando o valor mais baixo desde Março de 2006, avança hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Segundo a mesma fonte, esta queda foi o resultado do contributo negativo de todas as suas componentes, mas principalmente da relativa às perspectivas de evolução da situação económica do país. As perspectivas sobre a evolução da poupança registaram um novo mínimo histórico.
O indicador de clima económico recuperou "de forma ténue" no mês em análise, situando-se apenas ligeiramente abaixo do valor observado em Junho, mês em que atingira o máximo dos cinco anos anteriores, explica o INE.
A mesma fonte acrescenta que, na Indústria Transformadora, o indicador de confiança recuperou nos dois últimos meses, embora de forma insuficiente para anular o agravamento dos dois meses anteriores, devido ao contributo positivo das opiniões sobre a evolução da procura global e sobre a evolução dos stocks de produtos acabados.
Na Construção e Obras Públicas, o indicador de confiança prolongou a tendência ascendente iniciada em Janeiro, registando o valor mais elevado dos últimos cinco anos. No Comércio, o indicador de confiança melhorou ligeiramente nos dois últimos meses, invertendo o movimento observado nos quatro meses anteriores.
Nos Serviços, o indicador de confiança deteriorou-se ligeiramente em Outubro, não prolongando a recuperação do mês anterior, devido ao agravamento das opiniões sobre a carteira de encomendas e sobre a actividade corrente.

domingo, 4 de novembro de 2007

Takeda Pharmaceuticals, Coca-cola, Mattel e Kellogg estão no topo das multinacionais que violam os direitos dos consumidores

Consumers International apresenta lista de produtos que mais terão violado os direitos dos consumidores em todo o mundo


Tendo como indicadores a falta de responsabilidade das empresas multinacionais e o abuso da confiança dos consumidores, o XVIII Congresso da Consumers International (Sydney) elegeu o Rozerem, sonífero que pode levar crianças ao suicídio da nipónica Takeda Pharmaceuticals, como vencedor absoluto (Press briefing aqui).
Outros produtos foram denunciados como violadores dos direitos dos consumidores:
A Coca-Cola, por vender água da torneira como se fosse mineral (Dasani);
A Mattel, por vender brinquedos com uma quantidade de chumbo 200 vezes maior que a permitida e culpar a China por isso;
A Kellogg, por vender alimentos infantis com 40% de açúcar, quando o recomendado é menos de 20%.

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

A confiança dos consumidores e dos empresários europeus caiu em Agosto (n/ título)

(In TSF Online, 31-08-2007)



Indicador de clima económico piorou em Agosto

O indicador de clima económico em Portugal, desenvolvido pela Comissão Europeia, piorou em Agosto, pelo terceiro mês consecutivo, e situou-se abaixo da média de longo prazo pela primeira vez desde Janeiro passado.

(15:39 / 31 de Agosto 07 )

O indicador de clima económico em Portugal, baseado no inquérito às empresas e consumidores, da Comissão Europeia, situou-se em 99,2 pontos em Agosto, 1,7 pontos abaixo de Julho.
Em Agosto, verificou-se um agravamento do pessimismo dos consumidores portugueses e uma degradação da confiança nos serviços, enquanto o indicador de confiança estabilizou na construção e melhorou no comércio a retalho.
A Comissão não divulga dados de Agosto sobre o nível de confiança dos industriais portugueses, que se tinha degradado em Junho e Julho.
O indicador de clima económico na Zona Euro piorou em Agosto, baixando 1,0 pontos, para 110,0 pontos, devido a uma degradação da confiança nos serviços, construção e consumidores e uma estabilização na indústria, contrariado por uma melhoria no comércio a retalho.
Na União Europeia (UE), o indicador de confiança baixou ligeiramente em Agosto, para 113,2 pontos (menos 0,1 pontos do que em Julho), devido à deterioração da confiança dos consumidores, enquanto se registou uma estabilização na indústria e construção e uma melhoria nos serviços e no comércio a retalho.
Relativamente aos maiores Estados Unidos da UE, a Comissão salienta que o clima económico melhorou no Reino Unido e Espanha e piorou na Alemanha, Itália e Polónia.

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Consumidores alemães menos confiantes

Índice cai mais que o esperado

O índice que mede o grau de confiança dos consumidores, o Gfk AG, caiu pela primeira vez em seis meses, após um mês marcado pelas correcções bolsistas. Este é o primeiro sinal de que o crescimento da economia alemã pode estar a perder fôlego numa altura em que se encontrava em franca expansão.


O índice que mede o grau de confiança dos consumidores, o Gfk AG, caiu pela primeira vez em seis meses, após um mês marcado pelas correcções bolsistas. Este é o primeiro sinal de que o crescimento da economia alemã pode estar a perder fôlego numa altura em que se encontrava em franca expansão.
No entanto, os analistas esperam que esta seja uma queda momentânea, apesar de considerarem que é normal um consumidor estar pessimista quando vê os bancos à sua volta com problemas.
Este sentimento levou o índice a recuar dos 8,5 para 7,6 pontos. Os economistas esperavam uma queda, mas não tão acentuada.
Estes dados seguem-se ao anúncio feito ontem nos EUA de que a confiança dos consumidores também caiu. O receio de abrandamento de duas das maiores economias do mundo está a penalizar as bolsas por todo o mundo.

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Confiança dos consumidores e clima económico pioram em Julho

A confiança dos consumidores portugueses piorou no passado mês de Julho, após ligeiras recuperações em Maio e em Junho. O indicador de clima económico também se agravou, após a ter tocado no nível mais alto dos últimos cinco anos em Junho.

A confiança dos consumidores portugueses piorou no passado mês de Julho, após ligeiras recuperações em Maio e em Junho. O indicador de clima económico também se agravou, após a ter tocado no nível mais alto dos últimos cinco anos em Junho.
De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), o indicador de confiança dos consumidores portugueses piorou em Julho, após ligeiras recuperações nos dois meses anteriores.
Esta tendência é explicada pelo "agravamento da generalidade das componentes, à excepção das expectativas de evolução da situação financeira do lar. A componente do indicador que apresentou a maior deterioração foi a referente às perspectivas sobre a poupança". Também as perspectivas sobre a evolução do desemprego registaram uma ligeira deterioração.
O indicador de confiança na indústria transformadora agravou-se em Julho, depois de ter estabilizado em Junho, interrompendo a tendência ascendente iniciada em Junho de 2006. "A evolução do indicador no mês em análise resultou do agravamento de todas as componentes, com maior intensidade no caso das perspectivas de produção", explica o INE.
No sector da construção e obras públicas, o indicador de confiança estabilizou, tendo interrompido um ciclo de subidas iniciado em Janeiro. Este "comportamento resultou de movimentos opostos a nível das suas componentes, registando-se uma melhoria ligeira nas opiniões sobre a carteira de encomendas e uma ténue deterioração nas perspectivas de emprego.
No comércio, o nível de confiança degradou-se pelo terceiro mês consecutivo. "A evolução do indicador foi determinada pela deterioração observada nas avaliações sobre as existências e nas perspectivas de actividade", refere o comunicado do instituto de estatística.
Por último, o indicador de confiança dos serviços também se deteriorou nos dois últimos meses, suspendendo a tendência ascendente iniciada em Agosto de 2005. A evolução observada nos dois últimos meses resultou do forte agravamento das opiniões sobre a evolução da carteira de encomendas e da deterioração das apreciações sobre a actividade da empresa, que mais do que anularam a melhoria das perspectivas de procura.