[ Diretor: Mário Frota [ Coordenador Editorial: José Carlos Fernandes Pereira [ Fundado em 30-11-1999 [ Edição III [ Ano XII
Mostrar mensagens com a etiqueta alerta. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta alerta. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Anúncio de iPhone 3G é “enganoso”, diz Reino Unido

sexta-feira, 28 de Novembro de 2008

A Advertising Standards Agency (ASA), do Reino Unido, decidiu, após algumas queixas, que o anúncio publicitário ao iPhone 3G, da Apple, é publicidade enganosa, devido ao facto de afirmar que o aparelho é “realmente rápido”.

O anúncio mostra o iPhone a ser usado para a leitura de uma página de notícias na Internet, consulta a mapas do Google e download de um ficheiro, com tempos de espera de apenas uma fracção de segundo. Cerca de 17 telespectadores queixaram-se à ASA por acharem que o anúncio era exagerado.
Em resposta, a Apple do Reino Unido afirmou que as declarações feitas na publicidade eram “relativas e não absolutas”, comparando o iPhone 3G com o seu antecessor 2G, e acrescenta que “o espectador médio compreenderia que um anúncio, de 30 segundos, deveria ser simplificado, para permitir uma ilustração do aparelho”.
Apesar de a marca ter afirmado que os aparelhos móveis que utilizam a tecnologia 3G operam em velocidade substancialmente mais rápida e, portanto, a alegação não era enganosa, a ASA decidiu que o anúncio não pode voltar a ser transmitido da mesma forma, porque muitos espectadores talvez não estejam cientes quanto às diferenças técnicas entre diferentes tipos de tecnologia.
Ainda que o anúncio inclua um alerta escrito de que “o desempenho de rede varia de local para local”, a ASA decidiu que as imagens, acompanhadas pelo uso repetido do termo “realmente rápido”, bastavam para levar os espectadores a acreditar que o iPhone 3G funciona à velocidade exibida, o que “não é o caso”.

Por: Jorge Frota

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Vinte cientistas de vários países lançaram ontem um alerta...

... na imprensa francesa, contra os perigos do uso de telemóveis, particularmente por crianças, com menos de doze anos. É o regresso da polémica...
O alerta, coordenado por David Servan-Schreiber, professor de psiquiatria na Universidade de Pittsburgh e conhecido pelo sucesso do seu livro “A Cura”, de 2003, apresenta dez recomendações principais, incluindo a proibição da utilização dos telemóveis por crianças, a não ser em caso de emergência. Os cientistas aconselham ainda que os aparelhos sejam mantidos a pelo menos um metro de distância do corpo, mesmo quando em repouso, e que se utilizem sistemas de alta voz ou auriculares sem fios.
Surgimento de cancro em caso de exposição a longo prazo
Mais vantajoso falar por SMS
Aconselham ainda que se comunique preferencialmente por SMS, porque isso limita a duração da exposição e a proximidade com o aparelho. Os cientistas afirmam-se de acordo no princípio de que se, por um lado, não está formalmente provado que o telemóvel é nocivo, por outro lado existe um risco de que ele favoreça o surgimento de cancro em caso de exposição a longo prazo.
“Estamos hoje na mesma situação que há 50 anos com o amianto e o tabaco. Ou não se faz nada e se aceita um risco ou se admite que há um leque de argumentos científicos inquietantes” afirma Thierry Bouillet, especialista em cancro no hospital Avicenne de Bobigny e signatário do alerta. O documento inclui ainda nomes como Bernard Asselain, Franco Berrino, Thierry Bouillet e Jacques Marilleau.
in Jornal “O Primeiro de Janeiro”, 16 de Junho de 2008.