O futebol já nos envenena as férias, após um nulo período de férias entrecortado pelos escândalos da alegada corrupção e pelos desvarios do denominado Conselho de Jurisdição da Federação Portuguesa de Futebol.

As inefáveis vozes dos porta-ditas que nos violentam os tímpanos, a ausência de imaginação das redacções dos informativos das televisões que começam com o futebol e com o futebol acabam, não acabam com o futebol, preenchem o nosso nebuloso quotidiano.
Será que não temos mais?
Será que a CIDADANIA vai a banhos o ano todo e nem sequer preenche espaços que são os seus sem que haja quem queira terçar armas sobre os aspectos mais candentes do dia-a-dia das pessoas?
Há ausência de notícias ou de imaginação para se oferecer futebol, futebol, futebol a rodos e discussão a rodos acerca do futebol?
Será essa a imagem que as televisões pretendem vender de si mesmas?
Não há coisas mais interessantes que permitam entremear os espaços do pequeno ecrã que nos oferecem a troco de uma contribuição para o audiovisual mais publicidade ou através da mensalidade do cabo?
Será que a alternativa é não ter alternativa?
Será que se é tão”careta” assim ao rogar-se que se sirva tão só futebol q.b., mas q.b., nada para além do q.b.
Note-se: q.b. não é “QUE BOSTA” é … “QUE BASTE!”
Que os apaniguados da bola ao pequeno almoço, merenda, almoço, lanche, jantar e ceia nos não brindem com um q.b., ou seja, “QUE BESTA”!

As inefáveis vozes dos porta-ditas que nos violentam os tímpanos, a ausência de imaginação das redacções dos informativos das televisões que começam com o futebol e com o futebol acabam, não acabam com o futebol, preenchem o nosso nebuloso quotidiano.
Será que não temos mais?
Será que a CIDADANIA vai a banhos o ano todo e nem sequer preenche espaços que são os seus sem que haja quem queira terçar armas sobre os aspectos mais candentes do dia-a-dia das pessoas?
Há ausência de notícias ou de imaginação para se oferecer futebol, futebol, futebol a rodos e discussão a rodos acerca do futebol?
Será essa a imagem que as televisões pretendem vender de si mesmas?
Não há coisas mais interessantes que permitam entremear os espaços do pequeno ecrã que nos oferecem a troco de uma contribuição para o audiovisual mais publicidade ou através da mensalidade do cabo?
Será que a alternativa é não ter alternativa?
Será que se é tão”careta” assim ao rogar-se que se sirva tão só futebol q.b., mas q.b., nada para além do q.b.
Note-se: q.b. não é “QUE BOSTA” é … “QUE BASTE!”
Que os apaniguados da bola ao pequeno almoço, merenda, almoço, lanche, jantar e ceia nos não brindem com um q.b., ou seja, “QUE BESTA”!