O indicador de novos pedidos à indústria dos Quinze países da zona monetária europeia registou uma quebra de 3,9 por cento em Setembro, face ao mês anterior, com Portugal a registar a segunda maior diminuição entre os pares de toda a União Europeia (-4,9 por cento). De acordo com as estimativas divulgadas esta segunda-feira pelo Eurostat, excluindo os pedidos à indústria naval, aeronáutica e equipamento ferroviário, o índice geral caiu 2,2 por cento na zona euro (-2,7 por cento no conjunto da União Europeia).
Em Portugal, o indicador recuou 4,9 por cento (+1 por cento em Agosto), protagonizando a segunda maior quebra de toda a UE-27, atrás da Alemanha, onde os pedidos decresceram 9,4 por cento.
Em termos da variação homóloga, a zona euro registou menos 1,1 por cento na carteira de novos pedidos (-0,9 por cento na UE-27), enquanto Portugal contabilizou um aumento de 17,6 por cento, o quarto valor mais forte no conjunto da União Europeia.
A quebra mensal registada na Europa foi determinada por descidas de 1,9 por cento nos pedidos de maquinaria e equipamentos para a manufactura, transportes (-3,8 por cento), metalurgia e metalomecânica.
Os sectores têxtil e electrónica compensaram parcialmente as quedas.
Publicado por: Jorge Frota
Em Portugal, o indicador recuou 4,9 por cento (+1 por cento em Agosto), protagonizando a segunda maior quebra de toda a UE-27, atrás da Alemanha, onde os pedidos decresceram 9,4 por cento.
Em termos da variação homóloga, a zona euro registou menos 1,1 por cento na carteira de novos pedidos (-0,9 por cento na UE-27), enquanto Portugal contabilizou um aumento de 17,6 por cento, o quarto valor mais forte no conjunto da União Europeia.
A quebra mensal registada na Europa foi determinada por descidas de 1,9 por cento nos pedidos de maquinaria e equipamentos para a manufactura, transportes (-3,8 por cento), metalurgia e metalomecânica.
Os sectores têxtil e electrónica compensaram parcialmente as quedas.
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