Para quem entenda que o MERCADO tem de ser alcandorado ao ALTAR DA PÁTRIA, a modelar intervenção do presidente do Governo Regional da Madeira, aí está a atestar que “politique d´abord”, “economia depois...”

Se o mercado não funciona e asfixia a própria economia e a vida quotidiana dos cidadãos, o poder político tem de intervir. Como ultima ratio.
Não pode deixar de ser.
E, no entanto, no Continente todos o criticam, entendendo até que a medida está fora do alcance da intervenção autonómica!
Não percebemos porquê. Mas aguardaremos as análises dos especialistas e o que sobre elas se tecer...
Por ora, há que enaltecer o gesto de Alberto João Jardim que revelou, para além de uma audácia desmedida, a sua percepção do conceito de salus publica e uma soberana intervenção que o próprio Governo da República deveria indubitavelmente - e sem tergiversações - seguir.
Os preços administrativos consentem-se no quadro do sistema económico. A título excepcional. Mas consentem-se.
Parabéns, Madeira!
Parabéns, Governo Regional!
Os consumidores portugueses saudam naturalmente gesto tão salutar!

Se o mercado não funciona e asfixia a própria economia e a vida quotidiana dos cidadãos, o poder político tem de intervir. Como ultima ratio.
Não pode deixar de ser.
E, no entanto, no Continente todos o criticam, entendendo até que a medida está fora do alcance da intervenção autonómica!
Não percebemos porquê. Mas aguardaremos as análises dos especialistas e o que sobre elas se tecer...
Por ora, há que enaltecer o gesto de Alberto João Jardim que revelou, para além de uma audácia desmedida, a sua percepção do conceito de salus publica e uma soberana intervenção que o próprio Governo da República deveria indubitavelmente - e sem tergiversações - seguir.
Os preços administrativos consentem-se no quadro do sistema económico. A título excepcional. Mas consentem-se.
Parabéns, Madeira!
Parabéns, Governo Regional!
Os consumidores portugueses saudam naturalmente gesto tão salutar!
